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Os perigos do uso de óculos de sol falsificados

Os perigos do uso de óculos de sol falsificados

Segundo um levantamento da Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica), dos 24 milhões de óculos de sol produzidos no Brasil, cerca de sete milhões não são originais. Contudo, o uso de óculos de sol falsificados pode representar um grande risco à saúde.

Embora tenham o preço mais acessível e, em um primeiro olhar, se assemelham a uma cópia fiel ao produto original, os óculos “piratas” não oferecem as mesmas proteções. Neste post, você irá conhecer um pouco mais sobre os perigos desses acessórios.

Conheça os perigos dos óculos de sol falsificados

Apesar de ter se tornado um acessório de moda e até ser amplamente utilizado em função dos benefícios estéticos, os óculos de sol são essenciais para manter e proteger a saúde das estruturas oculares.

Isso porque, ao utilizar esses óculos, a pupila se esforça mais para absorver a luz e, com isso, aumenta de tamanho. Assim, quando o acessório oferece as proteções adequadas, principalmente contra a radiação ultravioleta, esses órgãos não são danificados.

Por outro lado, os produtos falsificados não possuem nenhuma proteção. Com isso, você irá utilizá-lo, a pupila irá se dilatar e os raios solares incidirão normalmente sobre ela, sem qualquer filtro.

Desse modo, haverá uma penetração maior da radiação ultravioleta na pupila, provocando graves danos no cristalino e na retina, ocasionando doenças. Consequentemente, o indivíduo poderá relatar dores de cabeça, cansaço e desconforto na visão

Neste sentido, os óculos de sol falsificados representam um grave risco à saúde ocular. A seguir, listamos algumas das condições que podem ser ocasionadas ou favorecidas pelo uso de óculos “piratas”.

Queimaduras no olho

As queimaduras no olho podem surgir em função de lesões provocadas pelo contato com substâncias químicas ou pela exposição aos raios solares. Assim, podem afetar tanto a conjuntiva quanto a córnea e as pálpebras.

No caso das queimaduras térmicas, o uso de óculos escuros falsificados provoca uma falsa sensação de segurança. Como não possuem filtros contra a radiação UVA e UVB, as estruturas oculares ficam expostas aos danos causados pelo sol.

Tumores palpebrais

As pálpebras são as estruturas oculares mais afetadas por tumores benignos e malignos. Entre os principais agentes causadores estão os danos causados pela exposição solar ao longo da vida, especialmente os tipos chamados de carcinomas.

Assim, existem algumas medidas que ajudam a prevenir essa condição, como, por exemplo, o uso dos óculos escuros. No entanto, se o acessório não for de boa procedência, essa medida preventiva perde o seu efeito.

Ceratite actínica

Outro perigo do uso de óculos de sol falsificados são as inflamações da córnea, especialmente  a ceratite actínica. Essa condição costuma afetar pessoas que se expõem demasiadamente ao sol sem qualquer proteção.

Doenças oculares

Pterígio, catarata e degeneração macular relacionada à idade (DMRI) são algumas das doenças oculares que podem ser favorecidas pelo uso de acessórios falsificados, que não oferecem nenhum grau de proteção. Ainda, caso já exista uma lesão cutânea na pálpebra, a exposição dela ao sol pode acelerar o desenvolvimento de um câncer de pele.

Então, com a leitura deste post, você conheceu os principais perigos de utilizar óculos de sol falsificados. Por isso, ao comprar este acessório, opte por produtos de origem confiável e que disponibilizem proteções contra a radiação ultravioleta.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho como oftalmologistas em Belo Horizonte!

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Qual o momento certo de procurar um oftalmologista?

Qual o momento certo de procurar um oftalmologista?

Assim como outras partes do corpo, os olhos também podem ser acometidos por diversas doenças e distúrbios. Porém, ainda não há uma cultura no país para a realização de check-ups oftalmológicos. Na verdade, a busca por um oftalmologista só costuma ocorrer em situações emergenciais.

E você, sabe quando é a hora certa para procurar este profissional. Caso não, recomendamos a leitura deste post. A seguir, explicaremos a importância de realizar consultas regulares com este especialista.

O que faz um oftalmologista?

A oftalmologia é a área médica dedicada à avaliação, diagnóstico e tratamento de doenças que acometem a visão e as estruturas oculares. Assim, o oftalmologista também é responsável por prescrever exames e realizar procedimentos invasivos e não invasivos.

Ainda, este profissional pode atuar em diferentes áreas, tais como, plástica ocular, cirurgia refrativa e oftalmo-pediatria. A formação acadêmica deste especialista envolve o curso de Medicina e a residência ou especialização na área de oftalmologia.

Ademais, apesar da atuação abrangente do oftalmologista, ele é comumente procurado quando há uma dificuldade em enxergar objetos distantes (miopia), próximos (hipermetropia) ou em ambas as situações (astigmatismo).

Quais as doenças tratadas por este profissional?

O oftalmologista atua no tratamento de qualquer alteração que impacte na visão do paciente ou de algum sintoma que traga desconforto aos olhos. Além disso, também atua na prevenção de problemas oculares.

No caso das crianças, por exemplo, o teste do olhinho pode detectar alterações e, com isso, indicar a necessidade de acompanhamento oftalmológico. Em adolescentes, este especialista costuma diagnosticar e tratar os erros refrativos.

Com o avançar da idade, ficamos mais suscetíveis a doenças oculares de maior gravidade e que também são tratadas por este médico, tais como, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), glaucoma, catarata e síndrome dos olhos secos.

Quais os sintomas que indicam a necessidade de procurá-lo?

No que se refere às doenças oculares, nem sempre manifestam sintomas em estágios iniciais. Porém, existem sinais que são importantes indicativos de um problema nos olhos. Assim, você deve procurar um oftalmologista quando identificar os seguintes sintomas:

  • visão embaçada: é uma característica comum nos casos de catarata, fadiga ocular, glaucoma e DMRI. Nesses casos, os pacientes relatam que há uma névoa à frente dos olhos, impedindo uma visualização clara e nítida;
  • dor ocular: sintoma que pode ter origem em qualquer estrutura dos olhos, sendo mais comum na córnea. Quase todas as doenças que afetam a córnea provocam dor nos olhos, pois é uma área muito sensível;
  • vermelhidão ocular: sinal ocasionado pela dilatação dos vasos sanguíneos localizados na superfície do olho e que pode ser provocado por uma infecção, alergia, inflamação ou pela pressão elevada;
  • perda de visão súbita: sintoma que pode indicar uma doença grave, como, por exemplo, obstruções na retina, no nervo óptico ou pode surgir em função de uma hemorragia vítrea, acidente vascular cerebral (AVC), glaucoma agudo, descolamento da retina, acidente isquêmico transitório (AIT), uveíte anterior, infecções na retina ou DMRI.

Enfim, como você pode perceber, existem diversas situações que indicam a necessidade de procurar um oftalmologista. Portanto, visite este profissional regularmente para evitar ser acometido por alguma dessas doenças oculares.

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O que é o pterígio e qual o seu tratamento?

O que é o pterígio e qual o seu tratamento?

Embora tenha um nome diferente, o pterígio é uma doença comum que pode causar sérias complicações quando não tratada adequadamente. Porém, o tratamento é simples e de alta eficácia, eliminando os riscos.

Você conhece as medidas terapêuticas utilizadas neste caso? Quer saber mais sobre a doença? Então, continue a leitura. A seguir, explicaremos os principais tópicos a respeito do assunto.

O que é pterígio?

O termo “pterígio” tem origem grega e significa “pequena asa”. Dessa forma, o nome está relacionado à presença de um tecido fibroso e vascularizado, em formato triangular ou trapezoidal, que cresce sobre a córnea.

Ainda, a “carne no olho”, como a doença é popularmente conhecida, se desenvolve na conjuntiva interpalpebral e pode ser separada em três partes: cabeça, corpo e o pescoço. Além disso, o pterígio é classificado nos seguintes tipos:

  • tipo I: quando o corpo e a cabeça avançam menos do que 2 mm sobre a córnea;
  • tipo II: quando o corpo e a cabeça se estendem por cerca de 2 a 4 mm sobre a córnea, causando astigmatismo  e a redução do campo de visão;
  • tipo III: quando avança mais do que 4 mm sobre a córnea, afetando a zona óptica, reduzindo a acuidade visual.

Ademais, o pterígio é de lenta evolução, intercalando períodos de estagnação com episódios de progressão. Geralmente, a doença vem acompanhada de uma mancha amarela na região da córnea, chamada de pinguécula.

Quais são as causas?

O pterígio ainda não tem suas causas completamente conhecidas. No entanto, acredita-se que algumas pessoas tenham maior predisposição genética, especialmente quando há uma exposição desprotegida e recorrente ao sol.

Isso porque a radiação ultravioleta prejudica as células da região conjuntiva, provocando o ressecamento dessa estrutura. Além disso, o problema pode ser causado pelo contato contínuo dos olhos com areia, fumaça, poeira, pólen ou vento.

Como é o tratamento?

O tratamento deste problema ocular varia conforme a intensidade dos sintomas, o tipo e o tamanho da lesão. Quando o paciente apresenta sintomas brandos e a doença evolui lentamente, apenas o uso de pomadas oculares e colírios para lubrificação é suficiente.

Ademais, se a condição evoluir, se tornar grave e afetar a visão do paciente, o procedimento mais indicado é a remoção cirúrgica do pterígio. Apesar dos riscos inerentes a qualquer cirurgia, a técnica é segura e eficaz.

Ainda, todo o procedimento leva cerca de 30 minutos e o paciente não precisa ficar internado. Após o procedimento, é necessário seguir alguns cuidados pós-operatórios, como a aplicação de colírios ou pomadas à base de antibióticos e anti-inflamatórios.

Caso as recomendações não sejam seguidas, a doença pode retornar,  mesmo depois da cirurgia. Isso porque os pacientes mantêm a prática de hábitos que provocaram a doença, como, por exemplo, a exposição desprotegida ao sol.

Então, com a leitura deste post, você conheceu mais sobre o pterígio. Como você percebeu, o tratamento é simples e eficaz, exigindo apenas a disciplina e o compromisso do paciente em seguir as orientações médicas.

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O risco do uso de colírios sem prescrição médica

O risco do uso de colírios sem prescrição médica

A exposição constante às telas de smartphones, computadores e tablets, e à poluição ambiental, traz diversos problemas à saúde ocular. Diante do desconforto, cria-se o hábito do uso de colírios sem prescrição médica.

No entanto, essa prática pode trazer vários riscos para os olhos. Quer saber quais? Então, continue a leitura do post. A seguir, explicaremos mais sobre essas consequências.

Para que servem os colírios?

Os colírios são produtos destinados ao tratamento de diversos tipos de problemas oculares, como, por exemplo, desconforto ocular, ressecamento, alergias, conjuntivite e outras inflamações.

Ainda, os colírios são formas farmacêuticas líquidas para aplicação nos olhos. Porém, existem diferentes tipos dessa substância, sendo cada uma direcionada para uma condição específica. Entre os principais estão:

  • lubrificantes: para tratamento da síndrome do olho seco, ardor, irritação, exposição à poeira e aos poluentes, radiação ultravioleta, dispositivos eletrônicos e cosméticos. Este tipo pode ser encontrado nas farmácias e não exigem receita médica;
  • antibióticos: são colírios utilizados para tratar infecções causadas por bactérias. Geralmente, estão associados ao uso de anti-inflamatórios para reduzir os sintomas provocados pela infecção;
  • anti-inflamatórios: são indicados, principalmente, no pós-operatório de cirurgias nos olhos ou para o tratamento de conjuntivite viral, crônica ou ceratite;
  • antialérgicos: esses colírios são recomendados para aliviar a coceira, irritação, lacrimejamento e inchaço, sinais provocados pela conjuntivite alérgica;
  • anestésicos: são utilizados para alívio da dor e da sensibilidade ocular, possibilitando a realização de procedimentos cirúrgicos oftalmológicos;
  • vasoconstritores (descongestionantes): são colírios que descongestionam e lubrificam os olhos, sendo indicados para o alívio de irritações leves causadas por resfriados, rinites, poeiras, fumaças e uso de lentes de contato;
  • colírios para glaucoma: são destinados a redução da pressão sanguínea nos olhos e contribuem para a prevenção da cegueira causada pelo glaucoma.

Os riscos do uso de colírios sem prescrição médica

Os colírios são produtos eficientes para o alívio do desconforto provocado por problemas oculares. No entanto, isso não significa que deve ser usado indiscriminadamente e, principalmente, sem a devida prescrição médica.

Isso porque não se trata de um medicamento inofensivo e pode causar diversos prejuízos à visão, inclusive favorecer o desenvolvimento de doenças graves. Além disso, é um item de uso individual a fim de evitar contaminações.

Ainda, os perigos do uso de colírios sem prescrição médica também variam de acordo com o tipo utilizado. No caso dos antibióticos, a aplicação prolongada eleva as chances de mutações bacterianas, dificultando o tratamento e tornando o paciente mais suscetível a infecções na córnea.

Já os colírios anti-inflamatórios, quando usados indevidamente, aumentam a pressão interna do olho, contribuindo para o desenvolvimento da catarata e obstrução do trabeculado. Os anestésicos podem causar danos irreversíveis à córnea.

Ademais, os colírios descongestionantes aplicados sem recomendação médica podem mascarar a origem da vermelhidão e irritação dos olhos, além de gerar alterações cardíacas e pressão arterial elevada.

Por fim, os produtos lubrificantes possuem conservantes que podem levar à conjuntivite alérgica. Portanto, com a leitura deste post, você conheceu todos os motivos que contraindicam o uso de colírios sem prescrição médica.

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4 problemas oculares causados pelo estresse

A manutenção de um estilo de vida saudável é importante não só para evitar doenças e inflamação, mas também para afastar o risco de desenvolver alguns problemas oculares que estão diretamente ligados ao estresse.

Você já ouviu falar nisso? Neste post, listamos algumas das condições que estão relacionadas com essa resposta emocional do organismo. Então, se quer saber mais sobre elas, continue a leitura do texto.

1) Fadiga ocular

A fadiga ocular, também chamada de astenopia, é uma condição caracterizada pelo cansaço das estruturas oculares em decorrência da fixação da visão em um único ponto por longos períodos.

Por isso, é um dos problemas oculares mais associados ao uso contínuo de dispositivos eletrônicos, como smartphones e computadores. Quando há a fadiga ocular, os olhos fazem movimentos involuntários e imperceptíveis que buscam manter o foco no objeto à frente.

No entanto, a repetição desses movimentos prejudica a musculatura ocular, deixando-a cansada e provocando o aparecimento de sintomas, tais como, dor de cabeça, irritação nos olhos, visão embaçada ou dupla, hipersensibilidade à luz e olhos secos.

2) Coriorretinopatia serosa central

A serosa central, como é conhecida, é uma doença que afeta a retina, estrutura ocular localizada no fundo do olho que é responsável por transformar a luz em estímulos enviados para o cérebro.

Ainda, nos pacientes que portam essa condição, os vasos que levam o sangue para a retina apresentam áreas de vazamento, levando ao acúmulo de líquido e provocando o inchaço na região central dessa estrutura, chamada de mácula.

Ademais, entre os possíveis fatores que causam a serosa central está o estresse. Isso porque o estresse crônico promove alterações nos neurotransmissores, ocasionando um defeito nos vasos sanguíneos dos olhos, tornando-os mais permeáveis.

3) Mioquimia palpebral

A mioquimia palpebral é o nome dado ao tremor das pálpebras, um sintoma associado ao cansaço extremo, estresse, excesso no consumo de cafeína ou, na prática de atividades físicas. Esses espasmos são contrações involuntárias que surgem e tendem a desaparecer espontaneamente.

Ainda, a mioquimia palpebral não é considerada uma doença e, por isso, não tem necessidade de tratamento. Apenas em situações raras, os espasmos podem evoluir e acometer outros grupos musculares da face, causando a síndrome de Meige, blefaroespasmo essencial ou o espasmo hemifacial.

4) Miopia induzida

A miopia é um erro de refração que se caracteriza pela dificuldade em enxergar objetos à distância. O problema pode ter relação com fatores genéticos e/ou ambientais e ocorre quando há um defeito na convergência dos raios luminosos, fazendo com que a imagem se forme à frente da retina.

No entanto, a miopia também pode ocorrer de forma temporária e em função da ansiedade e do estresse, sendo chamada de miopia induzida. O problema se desenvolve quando os músculos ciliares são acometidos, aumentando o risco de acúmulo de líquido entre as camadas da retina.

Enfim, o estresse é uma emoção que afeta todo o funcionamento do organismo, provocando uma série de distúrbios, como os problemas oculares. Então, para evitar essas condições, procure relaxar, ter boas noites de sono e se alimentar corretamente.

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O que é a retinopatia diabética?

O que é a retinopatia diabética?

A vista embaçada é um problema recorrente e que afeta pessoas de todos os gêneros e idades, fazendo com que o indivíduo tenha dificuldade para enxergar os objetos com clareza. Entre as condições que produzem este sintoma está a retinopatia diabética.

Você já ouviu falar nessa doença? Quer saber mais sobre ela? Então, não deixe de ler esse post. A seguir, você irá conhecer as causas, os sintomas e as alternativas de tratamento mais indicadas para este problema.

Saiba mais sobre a retinopatia diabética

A retinopatia diabética é uma alteração do fundo do olho causada pelo agravamento do diabetes. Essa doença é classificada em dois tipos: não proliferativa (RDNP) e proliferativa (RDP).

Ainda, a retinopatia não proliferativa é um quadro caracterizado pela presença de microaneurismas nos vasos sanguíneos da retina, bloqueio de alguns desses vasos e, em casos graves, ausência de oxigenação das estruturas da retina.

Nessas situações, a doença evolui para a retinopatia proliferativa. Neste tipo, a retina transmite para o organismo que precisa receber mais sangue, provocando o aparecimento dos vasos anômalos.

No entanto, por serem mais frágeis, se rompem facilmente, fazendo com que o sangue penetre na cavidade vítrea. Em consequência disso, o paciente apresenta o sintoma mais grave da doença: a perda progressiva da visão.

Quais os sintomas?

A retinopatia diabética é uma doença que possui uma grande variedade de sintomas relacionados que surgem conforme o tipo diagnosticado. Em estágio inicial, os pacientes não costumam relatar sintomas.

Contudo, com a ausência de tratamento e a evolução da doença, os primeiros sintomas começam a surgir, sendo a visão turva o mais frequente. Com o rompimento dos vasos sanguíneos da região, pode formar um edema na mácula e provocar uma hemorragia.

Além disso, outros sintomas também costumam ser relatados, como, por exemplo, presença de pontos cegos no campo de visão, riscos avermelhados móveis, formação de manchas escuras, visão de vultos, descolamento da retina e perda parcial ou total da visão.

Como é o tratamento?

O tratamento da retinopatia diabética depende do tipo da doença. No caso da não proliferativa, pode não ser necessário adotar nenhuma medida terapêutica, exigindo apenas o acompanhamento do quadro.

Ademais, caso se verifique um edema macular e a retinopatia evolua para o tipo proliferativa, o tratamento médico é fundamental para impedir a progressão da doença e agravamento dos sintomas.

Neste sentido, o laser de argônio é uma das medidas mais utilizadas, pois provoca a destruição dos vasos anômalos e das áreas isquêmicas. Geralmente, bastam apenas três sessões de aplicação para a conclusão do tratamento.

Ainda, em casos de maior gravidade, quando há uma hemorragia vítrea grave, pode ser preciso realizar a vitrectomia, cirurgia que consiste na remoção do humor vítreo e o do sangue presente na região.

Enfim, a retinopatia diabética é uma doença ocasionada pelo descontrole do diabetes. Dessa forma, a principal forma de preveni-la é adotando todos os cuidados necessários para impedir o agravamento do diabetes.

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5 cuidados que se deve ter com as lentes de contato

5 cuidados que se deve ter com as lentes de contato

Embora sejam consideradas uma das alternativas mais indicadas para a correção dos erros de refração, as lentes de contato se tornaram um acessório de moda, sendo utilizadas até por quem não apresenta nenhuma doença ocular.

No entanto, o uso dessas lentes exige a adoção de uma série de cuidados. Quer saber quais? Então, continue a leitura do post. A seguir, detalhamos cada medida que você precisa tomar para utilizá-las com segurança.

1. Coloque e retire as lentes de contato corretamente

O primeiro passo para quem deseja utilizar lentes de contato é aprender a colocá-las e retirá-las corretamente. Isso porque, será uma ação rotineira e que precisa ser feita com exatidão.

Assim, para iniciar a colocação, é necessário higienizar as mãos. Posteriormente, escolha por quais dos olhos a colocação e a retirada das lentes irá começar. Neste momento, exponha esse acessório à luz para verificar qual o lado correto.

Em seguida, segure a pálpebra superior para evitar piscar e puxe a pálpebra inferior para baixo com os dedos da mão que está com a lente. Depois, encaixe-a corretamente, solte as pálpebras e feche os olhos para ajustar o posicionamento.

Quando for o momento de remover as lentes de contato, basta repetir o movimento realizado para colocá-las. Com isso, ao encostar na borda do acessório, deslize-a com a mão para baixo e remova-a.

2. Higienize sempre as lentes

Além de higienizar as mãos, também é necessário limpar as lentes de contato. Para isso, encha o estojo com uma solução específica para higienização. Dessa forma, elas já estarão prontas para serem utilizadas.

Entretanto, se o estojo usado para guardar as lentes não estiver limpo, toda a higienização estará comprometida.  Então, para mantê-lo limpo após a higienização das lentes, retire a solução e enxágue o estojo com uma nova porção do produto.

3. Observe o prazo de validade do fabricante

A depender do tipo da lente adquirida e do fabricante do produto, o prazo de validade pode variar. Assim, antes de efetuar a compra, observe a vida útil do acessório que está estampada na embalagem.

Ainda, o prazo de validade estabelecido pelos fabricantes é resultado de vários testes laboratoriais e pesquisas realizadas com as lentes para averiguar sua garantia, eficácia e durabilidade. Ao fim desse período, a permeabilidade e curvatura do acessório é afetada.

4. Escolha a solução de higienização adequada

As lentes de contato podem ser fabricadas a partir de diversas matérias-primas. Assim, existem soluções específicas para cada tipo de material. O uso de produtos inapropriados pode não higienizar os produtos corretamente e deixá-los com resíduos.

Além disso, diferente do que muitos imaginam, o soro fisiológico não é o produto mais indicado para a limpeza das lentes de contato. Apesar de oferecer algum grau de limpeza, não oferecem resultados semelhantes aos apresentados pelas soluções.

5. Evite o uso prolongado das lentes

Assim como cada fabricante define um período de vida útil para suas lentes de contato, eles também estabelecem o tempo máximo que elas devem permanecer nos olhos. O uso prolongado desses acessórios pode trazer mais malefícios que benefícios.

Por isso, se você optar pelo uso das lentes, procure conhecer as recomendações do fabricante e peça a orientação do seu oftalmologista sobre o modo adequado de utilizá-las para evitar expor os olhos a riscos desnecessários.

Então, com a leitura deste post, você conheceu um pouco mais sobre os cuidados indispensáveis que devem ser tomados por quem usa as lentes de contato. Com isso, você não causará prejuízos à sua saúde ocular.

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5 cirurgias estéticas para a área do olho

5 cirurgias estéticas para a área do olho

O sistema ocular é uma região delicada e muito complexa. Porém, mesmo diante dessa complexidade, existe uma grande variedade de técnicas de cirurgias estéticas destinadas a melhorar a aparência da face.

Neste post, você vai conhecer um pouco mais sobre os principais procedimentos estéticos realizados na região ocular, além de descobrir em quais casos são indicados. Então, não perca tempo e continue a leitura do post.

1. Blefaroplastia

A blefaroplastia é uma cirurgia plástica realizada nas pálpebras superiores, estruturas responsáveis por cobrir e fechar os olhos, e que são revestidas pela camada mais fina da pele em comparação a todo o corpo.

Por isso, as pálpebras são as primeiras a apresentarem os sinais de envelhecimento, causando o aspecto de cansaço nos olhos, além da formação de bolsas que prejudicam o campo de visão.

Assim, a blefaroplastia é indicada nos casos de ptose palpebral e excesso de gordura na região dos olhos. Além disso, é uma cirurgia estética simples, com pós-operatório pouco traumático e que promove resultados duradouros.

2. Cirurgia de correção do entrópio

O entrópio é uma condição caracterizada pelo mau posicionamento das pálpebras, de modo que a margem ou a borda da pálpebra apresenta rotação interna, em direção ao olho. Com isso, pode ocasionar graves lesões na córnea.

Neste sentido, a cirurgia de correção do entrópio é indicada tanto para eliminar a irritação ocular provocada pela condição quanto para melhorar a aparência do paciente. Assim, é considerado um procedimento estético e restaurador.

3. Dacriocistorrinostomia (DCR)

Trata-se da cirurgia realizada para corrigir a obstrução das vias lacrimais a partir da ligação direta entre saco lacrimal e meato médio da cavidade nasal. Esse procedimento pode ser feito de três modos: externa, endo nasal ou trans canalicular.

Ainda, o procedimento é indicado tanto para crianças quanto adultos e exige anestesia geral ou sedação endovenosa. Geralmente, não há a necessidade de internação hospitalar e o paciente não costuma relatar dor no pós-operatório.

4. Descompressão de órbita

Trata-se de um procedimento cirúrgico utilizado no tratamento da proptose ocular ou exoftalmo, condição em que há a projeção dos olhos para fora da órbita. A descompressão de órbita é uma cirurgia de reabilitação cosmético-funcional de pacientes com doença de Graves.

Ainda, esta cirurgia pode ser realizada a partir de diferentes técnicas, como, por exemplo, retirada óssea combinada ou não, com a remoção de gordura. O objetivo do procedimento é dar mais espaço para o olho acomodar-se na órbita.

5. Aplicação de toxina botulínica para atenuação de rugas

Trata-se de uma das cirurgias estéticas mais realizadas na região dos olhos e consiste na aplicação da toxina botulínica na região da testa, sobrancelhas e nos “pés de galinha”. Essa substância é reconhecida por promover a paralisia muscular.

No entanto, o procedimento deve ser feito por profissionais experientes e capacitados. Caso contrário, podem ocorrer complicações que causam grande transtorno ao paciente, tais como, visão dupla, ptose palpebral, sorriso assimétrico e perda de expressão facial.

Enfim, esses são apenas alguns exemplos de cirurgias estéticas para a região dos olhos. Embora seja uma área delicada, os procedimentos são seguros e eficazes, desde que executados por profissionais especializados.

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Conjuntivite: O que é e qual o seu tratamento?

Conjuntivite: O que é e qual o seu tratamento?

Os olhos e suas estruturas podem ser acometidos por inúmeras patologias. Dentre elas, existem algumas que são mais comuns em determinadas épocas do ano, como é o caso da conjuntivite, uma condição de difícil tratamento.

Você conhece as causas dessa doença e as principais alternativas de tratamento? Sabe como identificá-la? Caso não, este post é leitura obrigatória. Nele, você encontrará tudo o que precisa saber sobre o assunto.

O que é conjuntivite?

Trata-se de uma inflamação ocular que acomete a conjuntiva, uma membrana transparente que reveste o globo ocular e a região interna da pálpebra. A principal função dessa membrana é proteger os olhos das agressões externas do meio ambiente.

Geralmente, a conjuntivite leva cerca de uma semana a 15 dias, variando de acordo com tipo presente. Dentro desse prazo, a inflamação desaparece completamente, sem deixar sequelas. Além disso, pode ser unilateral ou bilateral, que é o mais comum.

Como é causada?

A conjuntivite é classificada de diferentes formas. Em primeiro lugar, ela pode ser crônica, subaguda ou aguda, a depender da evolução ao longo do tempo. Outrossim, é dividida de acordo com o tipo de secreção que produz, podendo ser serosa, mucosa, purulenta ou pseudomembranosa.

Ainda, é classificada segundo a reação que provoca nos tecidos (folicular, papilar, flictenular e papilar gigante) e também de acordo com a forma que afetam as estruturas oculares adjacentes (blefaroconjuntivite ou ceratoconjuntivite).

Além disso, a conjuntivite é dividida segundo o agente que a causa. Quando provocada por bactérias, vírus, fungos ou protozoários, é chamada de infecciosa. Caso esteja relacionada com alergias, radiação, substâncias químicas ou disfunções mecânicas, é conhecida como não infecciosa.

Quais são os sintomas?

Os sintomas variam de acordo com o tipo de conjuntivite adquirida. No entanto, alguns sinais se repetem em todos os pacientes, independente do agente causador. São eles: sensibilidade à luz (fotofobia), prurido, vermelhidão dos olhos, inchaço das pálpebras e olhos lacrimejantes.

Ademais, em alguns casos, os pacientes também podem relatar coceira, presença de secreção purulenta ou esbranquiçada, visão borrada, edema ao redor da córnea, irritação nos olhos e pálpebras grudadas ao despertar.

Como é o tratamento?

Embora se resolva espontaneamente, o tratamento da conjuntivite é importante para evitar que cause danos à córnea e, consequentemente, afete a visão do paciente. Para isso, é necessário buscar a assistência de um oftalmologista.

Ainda, o método utilizado no tratamento depende do tipo de inflamação. Quando provocada por bactérias, o uso de antibióticos é suficiente. Já no caso de alergias, o paciente deve apenas evitar o contato com o alérgeno. Ademais, quando o quadro é provocado por vírus, o tratamento consiste na adoção de medidas que ajudam a eliminar o desconforto. São elas:

  • não utilizar lentes de contato até que a inflamação melhore;
  • lavar as mãos com frequência;
  • uso de lágrimas artificiais, desde que prescritas pelo oftalmologista;
  • evitar as piscinas e o contato com gestantes, crianças ou pessoas imunodeprimidas;
  • não levar as mãos aos olhos;
  • aplicar compressas geladas sobre os olhos;
  • não compartilhar itens de uso pessoal;
  • desinfectar superfícies e objetos de uso comum.

Enfim, com a leitura deste post, você conheceu um pouco mais sobre a conjuntivite, seus sintomas, causas e tratamentos. Então, caso desenvolva essa inflamação, siga nossas orientações e procure um oftalmologista.

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O que é o glaucoma?

Nossos olhos são estruturas sensíveis que podem ser acometidas por mais de três mil tipos diferentes de doenças, sendo o glaucoma uma das mais perigosas. Isso porque, além de ser uma condição silenciosa, pode levar à cegueira total.

Assim, a melhor maneira de prevenir o quadro ou de diagnosticá-lo precocemente é entendendo mais sobre ele e realizando visitas regulares ao oftalmologista. Neste post, você conhecerá tudo o que precisa saber sobre esta grave doença ocular.

Entenda o glaucoma

Trata-se de um problema que se desenvolve nas estruturas oculares, afetando o nervo óptico do paciente e provocando um dano irreversível nas suas fibras nervosas. Com isso, o campo de visão do paciente é reduzido gradualmente.

Ainda, o glaucoma pode ser crônico, congênito ou de causa secundária. No primeiro caso, ocorre quando há um aumento da pressão intraocular provocado por uma alteração na anatomia da região do ângulo anterior que bloqueia a saída do humor aquoso.

Por outro lado, quando congênito, há uma malformação na região, presente desde o nascimento.  Já o glaucoma de causa secundária é aquele que surge em decorrência do agravamento de outra doença, como o diabetes, uveítes ou cataratas.

Quais são os sintomas mais comuns?

Um dos fatores que tornam o glaucoma uma doença perigosa é a ausência de sintomas no estágio inicial, que costumam surgir apenas quando o quadro já é irreversível. Nessas situações, o paciente pode relatar:

  • dor na região dos olhos e na cabeça, mais precisamente na testa;
  • presença de contornos (halos) em volta dos objetos;
  • redução do campo de visão, como se fosse um afunilamento;
  • hipersensibilidade à luz, podendo até causar uma aversão do paciente à exposição à luz.

Como é o tratamento?

Por ser uma condição frequentemente diagnosticada em estágio avançado, o tratamento costuma ter como foco a diminuição da pressão intraocular e, consequentemente, a interrupção do processo de perda de visão.

Para reduzir essa pressão, o oftalmologista pode prescrever alguns medicamentos em formato de colírios ou, a depender do caso, indicar o tratamento cirúrgico. Os fármacos mais recomendados são a dolantina, meticorten, diamox e a bimatoprosta.

Ainda, se houver indicação cirúrgica, existem diversas técnicas que podem ser aplicadas, sendo a iridectomia, trabeculectomia e a trabeculoplastia a laser, as mais comuns. Cada uma das técnicas é indicada para um problema específico.

Ademais, a iridectomia a laser é recomendada para os glaucomas de ângulo fechado e consiste na realização de uma pequena abertura na íris para que o líquido (humor aquoso) seja liberado e transportado até a câmara anterior do olho.

Já a trabeculectomia é indicada apenas quando a doença continua a evoluir, mesmo após o tratamento medicamentoso. Nesse procedimento, é realizada uma fístula para drenar o líquido para a câmara anterior.

Por último, a trabeculoplastia a laser é uma das técnicas mais utilizadas no tratamento desta doença e consiste na aplicação de frequências de laser sobre as células danificadas, sem impactar as células saudáveis.

Enfim, o glaucoma é uma doença silenciosa e grave e, por isso, você precisa adotar todos os meios possíveis para preveni-la. Neste sentido, mantenha uma rotina de visitas periódicas ao oftalmologista. Assim, a presença de quaisquer alterações será diagnosticada precocemente.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho como oftalmologistas em Belo Horizonte!

Posted by DUO Oftalmologia e Plástica Ocular in Todos