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Tudo o que você precisa saber sobre astigmatismo

Tudo o que você precisa saber sobre astigmatismo

Provavelmente, se você não tem, conhece alguém que tenha sido diagnosticado com um erro refrativo. Miopia, hipermetropia e astigmatismo são algumas das doenças oculares mais presentes na população.

Neste post, abordaremos os tópicos mais relevantes sobre o astigmatismo. Você sabe como essa condição surge? Conhece os sintomas? Então, não deixe de ler este texto.

O que é astigmatismo?

Trata-se de um erro de refração que se caracteriza pelo desfoque da imagem na retina. Em pessoas com a visão normal, a retina recebe as imagens e as transmite para o cérebro através do nervo óptico.

Contudo, em quadros de astigmatismo, as imagens sofrem uma distorção ao passar pela córnea e já chegam desfocadas quando projetadas na retina. Assim, o cérebro as recebe sem foco ou distorcidas, o que é refletido na visão do paciente.

Ainda, o problema está relacionado com o formato das estruturas oculares. Em indivíduos com esse erro refrativo, a córnea e o cristalino apresentam curvatura irregular, alterando a forma como a luz é refratada.

Como é causado?

O astigmatismo é uma condição muito comum. Na verdade, a maior parte das pessoas têm algum grau leve de alteração na curvatura da córnea, mas que não afeta a visão. Os graus mais elevados estão relacionados com o histórico familiar.

Além dessa causa, existem outros fatores que aumentam os riscos de uma pessoa desenvolver esse erro refrativo. São eles: parto prematuro, idade avançada, ter realizado cirurgia ocular, ceratocone, baixo peso ao nascer, traumatismo ocular, ter diagnóstico de miopia ou de hipermetropia.

Quais os sintomas?

O sintoma mais característico de astigmatismo é a visão desfocada, ou seja, o paciente enfrenta dificuldades para enxergar tanto de perto quanto de longe. Em alguns casos, ele também pode apresentar fadiga ocular ou dor de cabeça.

Ainda, essa visão turva pode variar de acordo com a angulação da curvatura da córnea ou do cristalino. A depender do caso, o paciente pode apresentar desfoque na visão horizontal, vertical ou diagonal.

Ademais, existem outros sinais que não são percebidos em todos os casos, mas que indicam essa condição. São eles: hipersensibilidade à luz, queda do rendimento escolar em crianças, dor na musculatura dos olhos, visão dupla, redução da acuidade visual à noite, hábito de apertar os olhos para enxergar de longe ou ler de perto.

Como é o tratamento?

Assim como outros erros de refração, o astigmatismo pode ser corrigido com o uso de óculos ou lentes de contato. No primeiro caso, deve-se utilizar lentes cilíndricas que corrigem a direção da luz, fazendo com que a imagem se forme exatamente sobre a retina.

Quando o paciente tem mais de 40 anos e também sofre com presbiopia, as lentes precisam ser bifocais ou progressivas. Já as lentes de contato gelatinosas são indicadas para graus leves de astigmatismo e as rígidas para qualquer grau.

Ainda, quando o paciente deseja corrigir permanentemente o quadro, ele pode realizar a cirurgia refrativa. Neste tratamento, o oftalmologista aplica um feixe de laser para remodelar a curvatura da córnea.

Enfim, todas essas alternativas produzem resultados satisfatórios e corrigem o astigmatismo. Portanto, se você já tem o diagnóstico, converse com seu oftalmologista para avaliar o melhor tratamento para o seu caso.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho como oftalmologistas em Belo Horizonte!

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Existem alimentos capazes de melhorar a saúde ocular?

Existem alimentos capazes de melhorar a saúde ocular?

A manutenção de uma alimentação saudável traz diversos benefícios para o corpo, evitando doenças, melhorando a qualidade de vida e aumentando a disposição física. Porém, além dessas vantagens, o consumo de alguns alimentos pode melhorar a saúde ocular.

Você sabia dessa relação entre a alimentação e os olhos? Neste post, você irá entender porque adotar um cardápio rico em nutrientes é essencial para manter a saúde das suas estruturas oculares e prevenir problemas de visão.

Como a alimentação influencia na saúde ocular?

Nossos olhos são órgãos sensíveis e que sofrem com o chamado estresse oxidativo, condição decorrente do excesso de radicais livres no organismo e que pode levar ao envelhecimento precoce das células oculares.

Ainda, entre os principais agentes causadores desse estresse, estão: exposição excessiva e desprotegida ao sol, alta concentração de ácidos graxos poliinsaturados, maus hábitos alimentares e um estilo de vida negativo.

Ademais, o estresse oxidativo é considerado uma das principais causas de várias doenças oculares, como, por exemplo, catarata, degeneração macular relacionada à idade  (DMRI) e diversas inflamações.

Neste sentido, o efeito neutralizante dos antioxidantes presentes nos alimentos contribui para a proteção do corpo contra esse agente. Por isso, você deve inserir na sua alimentação aqueles alimentos que são fontes dessas substâncias.

Quais alimentos combatem o estresse oxidativo?

Uma alimentação equilibrada é fundamental para manter a saúde ocular, pois as células dos olhos só trabalham corretamente quando bem nutridas. Embora alguns dos principais ativos sejam produzidos naturalmente pelo corpo, você também pode facilmente encontrá-los nos alimentos. A seguir, saiba quais itens inserir na sua dieta.

Peixes

Os peixes de água fria, como o salmão, atum, cavalinha e sardinha, são fontes de ômega 3, nutriente fundamental para a saúde ocular. Isso porque atua no combate à síndrome dos olhos secos, catarata e DMRI.

Ainda, caso você tenha alergia aos peixes ou não esteja habituado a comê-los, é possível suplementar o ômega-3 a partir do consumo de óleo de peixe, de semente de groselha preta ou óleo de linhaça.

Vegetais de folhas verdes

Os vegetais de folhas verdes são ricos em luteína e zeaxantina, pigmentos presentes nas plantas que evitam o desenvolvimento de doenças oculares. Espinafre, couve e agrião são alguns dos vegetais mais indicados.

Frutas vermelhas

Morango, cereja, amora, mirtilo e framboesa são as principais fontes de vitamina C e flavonoides. Com isso, combatem os radicais livres que causam estresse oxidativo. Ademais, ajudam a prevenir a degeneração dos tecidos oculares e infecções.

Alimentos alaranjados

A cor laranja dos alimentos é um indicativo de vitamina A e betacaroteno, nutrientes que também atuam como antioxidantes e que auxiliam na saúde da pele, evitando o envelhecimento precoce das células. Nesse grupo estão incluídos: mamão, cenoura, laranja, tangerina e abóbora.

Então, com a leitura deste post, você entendeu a relação entre a alimentação saudável e a prevenção de doenças nos olhos. Portanto, insira esses alimentos no seu cardápio e mantenha uma boa saúde ocular.

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Dor nas vistas com uso do computador, como resolver?

Dor nas vistas com uso do computador, como resolver?

Dor nas vistas, olhos secos, fadiga ocular e dor de cabeça são sintomas que já fazem parte do dia-a-dia de quem permanece por horas em frente ao computador. Contudo, saiba que, com a adoção de algumas medidas, é possível resolver todo esse desconforto.

Quer saber mais sobre essas práticas? Então, continue a leitura deste post. A seguir, você vai conhecer as informações mais relevantes sobre o assunto.

Dor nas vistas: o que pode ser?

A dor nos olhos é um sintoma muito comum em crianças e adolescentes que passam muito tempo em frente às telas de dispositivos eletrônicos e também em adultos que trabalham diariamente com essas ferramentas.

De modo geral, existem duas condições associadas a este desconforto: astenopia e síndrome da visão de computador. No primeiro caso, estamos falando de uma situação ocasionada pela fixação prolongada dos olhos em telas emissoras de luz.

Com isso, há uma maior tensão e circulação de sangue na região dos olhos. A astenopia é um dos principais sintomas relatados por pacientes que realizam exames de vista e se caracteriza pelo lacrimejamento, ardência ocular e dor de cabeça.

Já a síndrome da visão de computador é um conjunto de sintomas que surgem em decorrência do uso prolongado de dispositivos eletrônicos. Esses sintomas são: dor nas vistas, visão embaçada, sensação de olhos secos, dor de cabeça e queimação nos olhos.

Ainda, essa síndrome surge porque a necessidade de ficar muito tempo em frente a uma tela provoca uma sobrecarga nos olhos, causando fadiga. Além disso, a fixação da visão ocasiona uma redução na quantidade de vezes que piscamos, ressecando os olhos.

Como resolver esse desconforto?

O primeiro passo para eliminar a dor nas vistas e os outros sintomas é procurar um oftalmologista. Assim, você confirmará o diagnóstico de alguma condição e será orientado a adotar algumas medidas para continuar utilizando os dispositivos de maneira saudável.

Ainda, em alguns casos, o problema pode estar diretamente relacionado com um erro de refração, como, por exemplo, a miopia. Dessa forma, o tratamento consiste apenas na simples utilização de um óculos de grau adequado a sua necessidade.

Ademais, também é comum que o médico prescreva o uso de colírios especiais que ajudam a evitar o ressecamento dos olhos. Porém, além de todas essas medidas, você também pode adotar algumas atitudes que irão reduzir a dor nas vistas. São elas:

  • posicione-se corretamente: ficar muito próximo à tela do computador exige um esforço maior dos olhos. Para ter uma posição correta, mantenha uma distância de 50 a 70 centímetros e coloque a tela na altura dos olhos;
  • tenha uma boa iluminação: a boa iluminação traz conforto para os olhos e evita sua sobrecarga. Então, ilumine o ambiente de acordo com a sua sensibilidade à luz;
  • faça pausas: para descansar a visão no dia-a-dia, faça pequenas pausas de cinco minutos a cada uma hora passada em frente à tela. Você também pode direcionar os olhos para outro objeto;
  • lembre-se de piscar: para conter o ressecamento dos olhos, lembre-se de piscar. Essa ação também reduz a recorrência das dores nas vistas e na cabeça.

Assim, ao inserir esses hábitos na sua rotina, você está no caminho certo para evitar a astenopia, a síndrome da visão de computador e quaisquer condições que causem sintomas desconfortáveis, como dores nas vistas, fadiga ocular e olhos secos.

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Miopia em crianças: como identificar?

Miopia em crianças: como identificar?

Os erros de refração são algumas das doenças oculares mais presentes na população. Miopia, astigmatismo e hipermetropia são exemplos desses erros que podem surgir em qualquer fase da vida. Contudo, nem sempre é fácil identificar a miopia em crianças.

Você conhece os sinais que indicam que o seu filho precisa de óculos? Então, não deixe de ler este post. A seguir, explicaremos tudo sobre essa condição e seus sintomas.

O que é miopia?

Trata-se de um erro refrativo que se caracteriza pela dificuldade em enxergar objetos à distância. Isso ocorre em função de uma alteração no formato do globo ocular, que é mais alongado do que em pessoas saudáveis.

Ainda, a visão é resultado da absorção dos raios de luz pela retina. Em quadros de miopia, a formação da imagem ocorre antes de chegar à retina. Esse problema é chamado de alongamento axial.

Ademais, esse erro refrativo costuma ser diagnosticado entre a infância e a adolescência, período em que os olhos passam por um processo de desenvolvimento e podem ter o seu formato alterado.

Outrossim, a miopia pode ser classificada em três tipos: baixa, quando o grau varia entre 0 e -3; moderada, quando fica entre -3 e -6 graus; ou alta miopia, quando é superior a -6 graus. Essa avaliação é determinante para a escolha dos óculos ou lentes mais adequadas.

Como é causada?

O principal fator presente no desenvolvimento da miopia é a genética. Geralmente, os pais do paciente também possuem o problema. Porém, existem estudos que apontam para uma combinação de fatores ambientais e hereditariedade.

Isso significa que o estilo de vida pode contribuir para o surgimento desse erro de refração. Por exemplo, submeter os olhos a muitos trabalhos em curta distância, falta de exposição à luz natural, uso excessivo de dispositivos eletrônicos, forçar a visão no escuro, entre outros.

Como identificar a miopia em crianças?

Na maioria dos casos, a miopia é diagnosticada nas crianças em idade escolar, na faixa etária de 6 a 12 anos. Nesta fase, elas costumam sentir os sintomas da condição, tais como, dor de cabeça ou nos olhos e a dificuldade de entender o que está escrito no quadro.

Outro sinal característico de miopia em crianças é a distância que elas ficam ao assistir a um vídeo no celular ou na televisão. Como não conseguem enxergar com clareza à distância, tendem a “colar” o rosto na tela.

Ademais, também é muito comum que crianças com algum erro de refração estejam constantemente esfregando ou apertando os olhos, vivem lacrimejando ou piscando, estão sempre com os olhos vermelhos ou franzem a testa para enxergar à distância.

Outrossim, a hipersensibilidade à luz pode levantar suspeitas de miopia em crianças, principalmente se vier acompanhada de náuseas, tonturas ou dor de cabeça. Por isso, é necessário estar sempre atento ao relato delas.

Por fim, outro sinal de miopia em crianças é a sensação de incapacidade em participar de atividades esportivas que exijam uma boa acuidade visual ou então o fato de estarem sempre esbarrando ou tropeçando com facilidade.

Então, com a leitura deste post, você já está habilitado a identificar os primeiros sinais de miopia em crianças. Assim, caso perceba que há algo de errado, marque uma consulta do seu filho com o oftalmologista para confirmar ou não o diagnóstico.

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Tudo o que você precisa saber sobre os olhos do recém-nascido

Tudo o que você precisa saber sobre os olhos do recém-nascido

Você sabia que o recém-nascido não nasce enxergando? Na verdade, a visão só se desenvolve com o passar dos meses, desde que esteja tudo em ordem com os olhos. Apenas a partir dos cinco anos é que a criança alcança o nível de acuidade visual de um adulto.

Você sabe como é a visão de um recém-nascido? Conhece os principais cuidados que você precisa ter com os olhos dele? Se deseja saber a resposta para essas e outras perguntas relacionadas ao tema, continue a leitura do post.

Como é a visão de um recém-nascido?

O nascimento de um bebê traz uma série de novidades para a rotina familiar, além do fascínio em acompanhar o seu desenvolvimento. Essa curiosidade se estende à visão. Como já nascem com os olhos abertos, muitos pais se perguntam se ele já está ou não enxergando.

Ainda, ao longo do primeiro ano de vida, os olhos do recém-nascido passam por várias transformações. No início, a visão deles é turva e não são capazes de distinguir as cores e nem as formas, tudo é percebido em preto e branco.

Isso ocorre porque nesse momento da vida, a criança não sabe como coordenar o olhar de maneira mais adequada, permitindo que absorva toda a informação obtida. As cores, por exemplo, só são percebidas a partir do segundo mês.

Ademais, a compreensão de profundidade e a distinção entre tonalidades se inicia entre o quinto e oitavo mês de vida. Nesse período, ele também é capaz de distinguir os rostos mais conhecidos.

Outrossim, a maior evolução ocorre após o oitavo mês, pois o bebê passa a ter uma boa noção de distância e profundidade. Geralmente, é nesta fase que ele também começa a engatinhar e andar.

Como identificar problemas de visão?

As principais doenças oculares congênitas ocorrem em função de infecções contraídas na gestação. Assim, ao fazer um pré-natal adequado, é possível identificar precocemente o problema e iniciar o uso de medicamentos que ajudam a reduzir as consequências para a saúde do bebê.

Ademais, logo após o nascimento, o bebê ainda não enxerga corretamente e nem é capaz de distinguir o rosto da mãe ou do pai. Neste sentido, o reconhecimento dos familiares se dá mais pelo cheiro e calor humano que pela visão.

Embora o teste do olhinho seja uma prática consolidada e que ajuda a identificar doenças oculares em recém-nascidos, os pais também podem estar atentos a alguns sinais de perigo, tais como, lacrimejamento, vermelhidão dos olhos, sensibilidade à luz, tremor involuntário, inchaço na pálpebra e estrabismo.

Quais os cuidados necessários com os olhos dos bebês?

Uma das medidas mais importantes de prevenção de patologias oculares é a realização do teste do olhinho nas primeiras 48 horas de vida. Este procedimento permite o reconhecimento de catarata, glaucoma, retinoblastoma e retinopatia de prematuridade.

Além disso, é de extrema importância que a mãe realize todos os exames pré-natal. Ademais, algumas infecções e inflamações podem ser evitadas pela adoção de alguns cuidados com os olhos na hora da limpeza. São eles:

  • fazer a higienização dos olhos uma vez por dia, durante o banho. Para isso, pegue um pedaço de algodão ou gaze, umedeça na água morna e passe na pálpebra superior e na direção dos cílios. Utilize um chumaço para cada olho;
  • dentro da banheira, massageie suavemente a área que vai do canto interno dos olhos até a narina, sempre de cima para baixo;
  • com uma toalha macia, enxugue bem os olhos do bebê sem esfregar;
  • não utilize água boricada ou cotonetes para realizar essa limpeza.

Enfim, essas são apenas algumas medidas que contribuem para a manutenção da saúde ocular do recém-nascido. Então, com a leitura deste texto, você conheceu um pouco mais sobre o desenvolvimento dos olhos do bebê e os principais sinais de doenças.

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Remoção do globo ocular: como é o pós-operatório?

Remoção do globo ocular: como é o pós-operatório?

Os olhos exercem grande influência no aspecto estético da face e também desempenham papel importante na qualidade de vida das pessoas. Contudo, em razão de doenças oculares graves, pode ser necessária a remoção do globo ocular.

Você já ouviu falar nesse procedimento? Sabe como ele é realizado? Conhece os cuidados do pós-operatório? Caso não, recomendamos a leitura deste post. Nele, responderemos a todas essas dúvidas.

O que é a enucleação?

Trata-se de uma técnica cirúrgica que consiste na total remoção do globo ocular, sendo o último recurso de tratamento em situações onde a doença não pode ser adequadamente administrada de outra forma.

Ainda, a enucleação resulta em um impacto estético elevado. Por isso, só é recomendada quando existe um risco de saúde que comprometa a qualidade de vida do paciente. Geralmente, essas situações são:

  • tumores malignos intra oculares, como o retinoblastoma e os melanomas oculares;
  • oftalmia simpática, um tipo de inflamação que acomete os olhos após um trauma;
  • dor não controlável em um olho cego;
  • trauma ocular irrecuperável.

O que é a evisceração?

A evisceração também é uma técnica que promove a remoção do globo ocular, mas que preserva as camadas externas do olho com o objetivo de possibilitar a aplicação posterior de uma prótese que atenda as necessidades do paciente.

Da mesma forma que a enucleação, a evisceração só é recomendada quando a manutenção do olho cego causa grande impacto negativo na vida do paciente. Na maioria dos casos, essa necessidade ocorre em função das seguintes situações:

  • perda irreversível da visão em decorrência de quadro grave de glaucoma;
  • impossibilidade de reconstrução do globo ocular;
  • comprometimento estético do olho em função de uma doença;
  • olhos cegos que causam dor e desconforto.

Como o procedimento é realizado?

Em ambas as técnicas, o paciente recebe anestesia geral e não sente nenhum tipo de dor durante a remoção do globo ocular. Na enucleação, o cirurgião disseca os tecidos orbitais e o nervo óptico é cortado na parte anterior do olho.

Ademais, na evisceração, realiza-se uma incisão ao redor da córnea e todo o conteúdo do olho é retirado através de curetagem. O aspecto estético causado pelas duas cirurgias é semelhante.

Além disso, nos dois casos, o implante de uma prótese ocular com aspecto de olho é adaptado na cavidade, repondo o volume do olho removido. Essa colocação costuma ocorrer em até 60 dias após a cirurgia.

Como é o pós-operatório?

A remoção do globo ocular é uma cirurgia agressiva, o que exige total dedicação do paciente em seguir as orientações médicas para o pós-operatório. Entre os principais cuidados que precisam ser tomados nesse período, estão:

  • retomada das atividades rotineiras apenas depois dos primeiros 30 dias;
  • repouso absoluto na primeira semana;
  • evitar o contato na região operada, principalmente se estiver coçando;
  • redobrar os cuidados de higiene para evitar infecções;
  • não praticar atividade física nos primeiros três meses.
  • procurar o médico em casos de sangramento, inflamação ou qualquer outra situação desconfortável.

Além dessas orientações, o paciente pode precisar de acompanhamento psicológico. Isso porque a cirurgia traz grande impacto estético, o que pode afetar sua saúde mental e provocar transtornos emocionais.

Enfim, a remoção do globo ocular é a última alternativa de tratamento. Quando necessária, o mais importante é seguir todas as recomendações do pós-operatório. Assim, você evita situações que tragam prejuízos ainda maiores.

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Tudo que você precisa saber sobre lentes de contato

Tudo que você precisa saber sobre lentes de contato

As lentes de contato se tornaram um acessório de moda, sendo uma alternativa segura ao uso de óculos de grau. Contudo, tanto a utilização quanto a escolha pelo melhor produto deve ser orientada por um oftalmologista.

Neste post, você vai descobrir tudo sobre essas lentes. Então, se tem interesse em utilizar esse acessório, este post é leitura obrigatória. Ficou interessado? Continue a leitura.

Quais as vantagens das lentes de contato?

Para entender as vantagens em utilizar as lentes de contato, é necessário compará-las com os óculos de grau. Neste sentido, existem muitos benefícios em realizar essa substituição. A seguir, conheça os mais importantes:

  • quando expostas à água, não ficam molhadas e nem embaçam;
  • não causam reflexos incômodos ou distorções na imagem;
  • facilitam a prática de esportes e atividades físicas;
  • não pesam;
  • oferecem uma aparência natural;
  • não escorrega;
  • melhoram a autoestima.

Entretanto, você também precisa conhecer as desvantagens de trocar essas lentes pelos óculos. Uma delas é que, mesmo fabricadas em material resistente, têm mais chances de rasgar quando manipuladas inadequadamente.

Outros problemas no uso desse acessório são: deixa os olhos secos e irritados, exige um investimento maior, precisa de cuidados diários, oferece um risco elevado de infecções oculares e necessita de manutenção constante.

Por que você precisa da orientação de um oftalmologista?

Embora as lentes de contato possam ser facilmente adquiridas, isso não significa que você pode comprá-las indiscriminadamente. A orientação de um oftalmologista é fundamental para evitar que elas tragam mais prejuízos que benefícios.

Ainda, o primeiro passo é verificar a possibilidade de utilizá-las. Isso porque existem pessoas que têm contraindicação para o uso das lentes em decorrência de doenças oculares, alergias ou outros problemas de saúde.

Ademais, caso você esteja apto para o acessório, é necessário realizar exames de refração que irão determinar o grau das lentes, além de outros testes que avaliam a saúde da córnea, tais como, ceratometria, topografia e pentacam.

Como escolher?

Ao buscar o suporte de um oftalmologista, você receberá a prescrição do tipo de lente mais indicada para o seu caso. Com isso, você pode adquiri-las em óticas ou em lojas online confiáveis.

Entretanto, antes de concluir a compra, verifique o prazo de validade do produto. Existem lentes para uso diário, quinzenal, mensal e até anual. Geralmente, o médico já irá orientá-lo sobre qual o tipo mais indicado.

Além disso, é de extrema importância que as lentes sejam confortáveis e se adaptem bem aos seus olhos. Neste sentido, quanto menor for a duração, mais segura é a lente, pois diminui o risco de infecções e complicações.

Ademais, ao iniciar a utilização das lentes de contato, lembre-se da rotina de limpeza diária. Assim, sempre lave as mãos antes de manipulá-las e troque periodicamente a solução desinfetante do estojo.

Enfim, com a leitura deste post, você conheceu tudo o que há de mais importante sobre o uso das lentes de contato e os benefícios de substituir os óculos de grau. Lembre-se, a consulta com o oftalmologista é a principal etapa dessa transição.

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Remoção do globo ocular: quando o procedimento é indicado?

Remoção do globo ocular: quando o procedimento é indicado?

“Os olhos são a janela da alma”. A célebre frase atribuída ao artista Leonardo Da Vinci destaca a importância da visão para a vida. Contudo, em função de algumas doenças oculares graves que prejudicam integralmente esse sentido, pode ser necessário realizar a remoção do globo ocular.

Você já ouviu falar nesse procedimento? Sabe quando ele é indicado? Se respondeu negativamente a, pelo menos, uma dessas perguntas, este post é leitura obrigatória. Nele, explicaremos tudo sobre essa alternativa de tratamento.

O que é a remoção do globo ocular?

A remoção do globo ocular é um procedimento realizado quando uma doença ocular afeta a visão de modo tão agressivo que ela não é mais recuperável e a sua manutenção gera desconforto físico e emocional para o paciente.

De modo geral, essa cirurgia é realizada a partir de duas técnicas: enucleação e evisceração. No primeiro caso, estamos falando da total remoção do globo ocular. Já o segundo procedimento consiste na retirada do conteúdo ocular, preservando as camadas externas do olho.

Ainda, a escolha pela técnica mais adequada irá depender de diversos fatores, especialmente da condição que originou o problema. Em ambos os procedimentos, o resultado estético da cirurgia é semelhante.

Quando é indicada?

Por serem duas cirurgias distintas, as indicações também são diferentes. A evisceração é recomendada em quadros graves de glaucoma, quando os olhos cegos se tornam dolorosos e/ou trazem incômodo estético.

Ademais, a remoção do conteúdo ocular também é indicada em casos de traumas perfurantes que ocasionam a extrusão desse conteúdo, desde que não haja a possibilidade de manter o globo ocular.

Outrossim, a enucleação costuma ser realizada em pacientes com diagnóstico de câncer nos olhos, atrofia do olho cego ou quando existe o risco de desenvolver a oftalmia simpática, condição decorrente de um trauma ocular grave.

Ainda, para que a remoção do globo ocular seja recomendada, o trauma deve impossibilitar a reconstrução das estruturas oculares, a atrofia dos olhos precisa comprometer o aspecto estético ou os tumores malignos não são tratáveis com outras técnicas.

Como funciona o procedimento?

Na enucleação, o paciente recebe anestesia geral e a remoção do globo ocular é realizada sem causar nenhum tipo de dor. Para melhorar o aspecto estético, a musculatura dos olhos é preservada, o que também possibilita a colocação de um implante que preenche o espaço.

Ainda, o implante permite que a prótese tenha algum movimento e repõe o volume do olho removido. Após a cirurgia, a conjuntiva é fechada sobre o implante e é colocada uma lente de acrílico chamada de conformador. Com isso, é possível modelar a região operada até que o paciente se adapte à prótese ocular ou à lente escleral pintada.

Outrossim, na evisceração, o conteúdo ocular é retirado, mas a parede do olho é preservada. O procedimento é mais simples, quando comparado à enucleação e também é realizada a colocação de um implante para repor o volume do olho.

Enfim, com a leitura do post, você conheceu um pouco mais sobre o procedimento de remoção do globo ocular e as situações em que essa cirurgia é indicada. A escolha pela melhor técnica será avaliada pelo médico responsável pelo tratamento.

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6 tipos de lentes de contato

6 tipos de lentes de contato

O crescimento constante no número de adeptos às lentes de contato pode ser explicado pelas vantagens deste acessório em comparação aos óculos de grau, como, por exemplo, melhor resultado estético, comodidade para a prática de esportes e maior campo de visão.

Entretanto, com a grande variedade de tipos de lentes, escolher a mais adequada se torna um desafio. Para isso, a melhor resposta é procurar a orientação de um oftalmologista. Sendo assim, preparamos este post para que você conheça um pouco mais sobre as diferenças entre cada tipo.

1. Lentes de contato gelatinosas

Trata-se do tipo mais comercializado, pois são mais confortáveis e de fácil adaptação. As lentes gelatinosas variam de acordo com o material utilizado na fabricação, taxa de oxigenação da córnea e acúmulo de detritos.

Ainda, a depender dessas características, elas podem ser encontradas em três versões: uso único, por duas semanas ou por um mês. No primeiro caso, são indicadas para quem pretende utilizá-las esporadicamente, sendo necessário o descarte imediato após o uso.

Já as lentes que duram por duas semanas podem ser utilizadas por até seis dias ininterruptos e devem ser retiradas ao dormir. Quando têm um mês de durabilidade, a maioria das marcas recomenda o uso apenas de dia.

2. Rígidas

As lentes de contato rígidas são indicadas para casos de graus mais elevados. Com o desenvolvimento das lentes de gás permeável, elas se tornaram mais confortáveis e possibilitaram maior entrada de oxigênio nos olhos.

Ainda, as lentes rígidas são fabricadas a partir de uma mistura de plástico e silicone. Por isso, têm maior durabilidade e são mais resistentes à ação de bactérias. Embora possam ser utilizadas por pessoas com problemas refrativos, são indicadas para o tratamento de algumas doenças oculares.

3. Multifocais

Trata-se de um tipo de lente destinado a melhorar o foco à distância, sem a necessidade de utilizar óculos. Neste sentido, as lentes multifocais são mais indicadas para pessoas com mais de 40 anos com presbiopia.

4. Tóricas

As lentes tóricas são específicas para pessoas que tenham a curvatura diferente da córnea ou da lente do olho em função do astigmatismo. Por isso, possuem o formato semelhante a um donut cortado ao meio.

Assim, são capazes de oferecer diferentes potências refrativas tanto na orientação vertical quanto horizontal. As lentes de contato tóricas precisam ser prescritas pelo oftalmologista. A principal desvantagem deste tipo é a dificuldade de adaptação.

5. Estéticas

Apesar de as lentes de contato serem um acessório utilizado para o tratamento de doenças oculares e erros refrativos, elas também podem ser usadas para fins estéticos. Nesses casos, oferecem uma nova coloração aos olhos e podem modelar a córnea.

Com isso, deixam o olhar mais brilhante e profundo. Ademais, as lentes estéticas também contam com versões corretivas, permitindo que sejam utilizadas por todas as pessoas. Porém, só são encontradas em formato gelatinoso.

6. Terapêuticas

As lentes terapêuticas desempenham o papel de um curativo, evitando o atrito entre pálpebra e córnea, aumentando a eficácia dos medicamentos, acelerando a cicatrização, aliviando a dor e mantendo a integridade do epitélio corneano.

Ainda, são lentes produzidas em silicone hidrogel com alto índice de oxigenação. Assim, não precisam ser retiradas à noite. Geralmente, esse tipo de lente é utilizado por pacientes com doenças crônicas na córnea, que sofreram algum trauma no olho ou com ceratites.

Enfim, com a leitura deste post, você conheceu os principais tipos de lentes de contato. No entanto, lembre-se que o uso e a escolha deste acessório deve ser orientada e recomendada por um oftalmologista.

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DMRI: causas, fatores de risco e tratamentos

DMRI: causas, fatores de risco e tratamentos

Quando envelhecemos, nosso corpo fica mais suscetível ao desenvolvimento de várias doenças e distúrbios, como é o caso, por exemplo, da DMRI. Contudo, nem sempre a idade avançada é a causa para a degeneração da mácula.

Você conhece as principais causas e fatores de risco associados à condição? Sabe quais as principais alternativas de tratamento? Então, continue a leitura de texto e descubra a resposta para todas as suas dúvidas.

O que é DMRI?

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença que acomete a mácula, levando à perda progressiva da visão central. Por isso, é a principal causa de cegueira em adultos, principalmente para aqueles com mais de 65 anos.

Ainda, a mácula está localizada no centro da retina e tem por função oferecer nitidez à visão. Para que possamos enxergar, as células fotorreceptoras convertem a luz do campo visual em impulso elétrico que são levados para o cérebro através do nervo óptico.

Quando a DMRI não é tratada e avança, os fotorreceptores sofrem um processo degenerativo e, gradualmente, deixam de desempenhar seu papel. A perda da visão central traz grande impacto na qualidade de vida do paciente, impedindo que realize atividades rotineiras.

Ademais, a degeneração macular é dividida em dois tipos: seca e úmida. No primeiro caso, há a perda lenta e gradual da visão, sendo o tipo mais comum e menos grave. Já a úmida evolui rapidamente e é a versão mais grave e rara da doença.

Por fim, não é incomum que uma pessoa desenvolva a DMRI seca e depois o quadro evolua para o tipo úmido. Além disso, a degeneração pode ser unilateral ou afetar ambos os olhos.

Quais são os sintomas?

Na fase inicial, a doença tende a ser assintomática, o que dificulta o diagnóstico precoce. Porém, com o avanço da condição, começam a surgir os primeiros sintomas, como, por exemplo, a presença de uma mancha escura na visão central. Outros sinais apresentados pelos pacientes são:

  • distorção da visão central, fazendo com que o paciente enxergue linhas curvadas ao olhar para linhas retas;
  • dificuldade para ler com iluminação padrão, necessitando de luz forte sobre si;
  • perda da intensidade ou brilho das cores;
  • dificuldade em reconhecer os rostos.

Mesmo em casos graves, dificilmente a DMRI leva à cegueira total. Contudo, a perda visual é significativa e pode resultar em incapacidade. Ademais, nem todos os quadros evoluem para a forma avançada da doença.

Quais são as causas?

As causas da degeneração macular relacionada à idade não estão totalmente esclarecidas. No caso da DMRI seca, há um acúmulo de resíduos do metabolismo celular da retina (drusas) que levam ao escurecimento da visão central e também ao afinamento dos fotorreceptores.

Já na úmida, os vasos sanguíneos da retina crescem demasiadamente, iniciando o processo de neovascularização coroidal. Por serem frágeis, esses vasos extravasam sangue e líquido para dentro da retina, distorcendo a visão.

Além disso, existem fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver a DMRI. São eles: ter mais de 50 anos, histórico familiar da doença, consumir álcool em excesso, tabagismo, hipertensão arterial e/ou obesidade.

Como é o tratamento?

Existem diversas formas de tratar e prevenir a degeneração macular. Uma delas é a manutenção de uma dieta equilibrada, rica em vitaminas e em alimentos que sejam fontes de antioxidantes e luteína.

Ademais, a terapia fotodinâmica tem se mostrado uma forma eficiente de tratamento, pois preserva o tecido retiniano e oferece a possibilidade de melhora visual. Outrossim, recomenda-se o tratamento com o uso de fármacos anti-VEGF.

Então, com a leitura deste post, você conheceu tudo o que precisava sobre a DMRI. Portanto, faça visitas regulares ao oftalmologista e converse com ele sobre formas de se prevenir contra doenças oculares.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho como oftalmologistas em Belo Horizonte!

Posted by DUO Oftalmologia e Plástica Ocular in Todos