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Tumor maligno das pálpebras: principais características e sintomas

Tumor maligno das pálpebras: principais características e sintomas

Como reconhecer o tumor maligno nas pálpebras?

O câncer de pálpebra é muito mais comum do que se imagina, por isso é importante conhecer as características, sintomas e formas de prevenção desse tipo de tumor.

A exemplo de outras ocorrências de câncer, o tumor nas pálpebras consiste no crescimento desordenado de células anômalas na região. Como os tumores estão situados no rosto, é possível observar seu crescimento desde o princípio. Por esse motivo seu diagnóstico pode ser feito o quanto antes.

Quando o tumor não é tratado a tempo pode trazer graves problemas à saúde ocular, uma vez que a pálpebra é uma das principais proteções do globo ocular.

A pele das pálpebras pode ser acometida por tumores malignos como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Os tumores podem se parecer com pintas, verrugas e cistos. Eles tendem a crescer ao longo do tempo como lesões que sangram às vezes, apresentam pequenas úlceras e nunca cicatrizam. Algumas vezes podem não apresentar sinais ou sintomas.

Toda lesão suspeita das pálpebras deve ser avaliada pelo especialista e submetida a uma biópsia para obter o diagnóstico preciso.

Tratamento

Depois do resultado da biópsia o cirurgião especializado em plástica ocular irá definir o melhor tratamento. O tratamento é sempre cirúrgico e de preferência deve ser realizado o mais precoce possível para evitar sequelas funcionais e estéticas para as pálpebras.

Na DUO Oftalmologia e Plástica Ocular realizamos a remoção de tumores palpebrais malignos com a técnica de micrografia (ou cirurgia de Mohs). Essa técnica aumenta muito a chance de remoção de todo o tumor e possibilita o trauma menos extenso sobre os nobres tecidos palpebrais diminuindo a chance de sequelas. Após a remoção do tumor técnicas de reconstrução são utilizadas para manter a função e a estética palpebral.

É necessário salientar que o diagnóstico precoce é essencial para que o tumor nas pálpebras seja combatido a tempo e assim curado.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho como oftalmologistas em Belo Horizonte!

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Tumor palpebral benigno

Tumor palpebral benigno

Como reconhecer um tumor palpebral?

Qualquer lesão que apareça nas pálpebras é considerada um tumor palpebral. Os tumores podem ter várias aparências e formatos e podem ser benignos ou malignos.

Os tumores benignos das pálpebras

Existem vários tipos de tumores palpebrais benignos que podem afetar as pálpebras. Descrevemos abaixo os mais comuns.

– Calázio: geralmente aparece após um quadro de inflamação (terçol ou hordéolo) como um nódulo na pálpebra e se não desaparece com o tempo pode ser removido cirurgicamente;

– Nevo (pinta): como qualquer região da pele, as pálpebras podem apresentar pintas que precisam ser acompanhadas. Quando crescem ou mudam de coloração precisam ser removidas e biopsiadas, pois ás vezes podem ser doenças malignas.

– Hidrocistomas e siringomas:  são tumores císticos, ou seja, são cistos de glândulas da pele que prejudicam a aparência das pálpebras;

– Xantelasma: ocorre por um depósito de gordura na pele e aparece como uma mancha amarelada nas pálpebras que traz muito incômodo estético por ser muito aparente.

Todas essas tumorações precisam ser avaliadas quanto ao seu tamanho, localização e se trazem alterações de posição para as pálpebras ou mesmo desconforto estético. Nestes casos a cirurgia pode ser indicada para sua remoção.

Toda lesão palpebral deve ser avaliada e acompanhada pelo oftalmologista especializado em plástica ocular para excluir lesões malignas que necessitam de tratamento cirúrgico obrigatório.

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Ptose: o que é e como tratar?

Ptose: o que é e como tratar?

Você já ouviu falar em ptose palpebral? Quem convive com o problema geralmente apresenta algum desconforto com a aparência e com a própria visão, uma vez que a estética facial e a funcionalidade dos olhos podem ficar comprometidas.

A boa notícia é que se trata de um problema tratável na grande maioria dos casos e reversível com cirurgia. Neste post, vamos elucidar as principais dúvidas sobre causas, diagnóstico e tratamento do problema. Acompanhe!

Afinal, o que é a ptose?

A ptose é um termo utilizado para caracterizar as pálpebras caídas. Também chamada de blefaroptose, essa condição ocorre quando a borda palpebral superior está posicionada abaixo de sua posição normal. A pálpebra em posição mais baixa pode cobrir parte do eixo de visão dificultando o campo visual e interferindo na estética facial.

É muito comum que as pessoas com ptose tentem compensar a queda da pálpebra contraindo, de forma inconsciente, a musculatura da testa para elevar as sobrancelhas visando assim ampliar o campo visual.

Causas do problema

A ptose pode ocorrer tanto em apenas um quanto em ambos os olhos. Entre as causas mais comuns, podemos citar:

  • O processo de envelhecimento, que leva ao enfraquecimento do músculo elevador da pálpebra;
  • Problemas neurológicos, a exemplo da miastenia gravis, uma doença neuromuscular que enfraquece e fadiga músculos voluntários rapidamente;
  • Má formação do músculo da pálpebra durante a gestação;
  • Lesões ou traumas nos músculos da pálpebra, danos aos gânglios do pescoço ou danos do nervo que controla os músculos das pálpebras.

É válido ressaltar que algumas das causas apresentadas podem ser sinalizadoras de outras doenças subjacentes, tais como o diabetes mellitus, patologias que enfraquecem os músculos/nervos e tumores no cérebro/face.

Quais os tratamentos?

Avaliar o tipo e a intensidade da fadiga muscular é determinante para identificar os fatores que levaram à condição e definir o tratamento adequado. A cirurgia é indicada tanto para os casos funcionais quanto estéticos. Trata-se de um procedimento eletivo, que exige planejamento e avaliação de benefícios e riscos de forma criteriosa. É importante notar que a técnica administrada e o resultado final são influenciados diretamente pelo tipo de ptose e o grau do problema.

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Medidas essenciais para cuidar das lentes de contato

Medidas essenciais para cuidar das lentes de contato

Atualmente quem apresenta problemas na visão conta com uma ampla variedade de recursos de correção para ter uma melhor qualidade de vida. Entre diversos modelos de óculos, cirurgias refrativas e outros procedimentos oftalmológicos, as lentes de contato são muito procuradas por quem tem receio de se submeter a uma cirurgia, mas também não deseja depender do uso de óculos.

Casos de hipermetropia, astigmatismo e miopia são os mais recorrentes para um tratamento com a ajuda de lentes. De acordo com a Sociedade Brasileira de Lentes e Córnea, 1% dos brasileiros faz uso das lentes e apresenta uma visão bem mais proveitosa. Entretanto elas necessitam de cuidados que precisam ser seguidos à risca.

A limpeza das lentes de contato

A limpeza das lentes precisa vir de ambos os lados: tanto do próprio material como também de quem vai manuseá-la. Antes de tudo, lave suas mãos com água e sabão neutro para que bactérias não entrem em contato com as lentes e prejudiquem seus olhos.

Em seguida, é hora de lavar as lentes de contato. Lave com as gotas da solução, mas não as esfregue de maneira muito forte. Passe levemente a solução sobre a lente e as coloque no estojo. O estojo deve sersempre lavado com agua e sabão.

Utilize a solução adequada

Nem toda solução disponível no mercado é adequada para a higienização das lentes. Converse com o seu oftalmologista para solicitar a solução multipropósito que contém a medida exata de solventes para eliminar o excesso de proteínas e micro-organismos aderidos às lentes. O uso de soro fisiológico não é recomendado para a higiene das lentes de contato.

Modo correto de uso

Sabendo da importância de ter as mãos limpas para pôr as lentes, verifique a forma como você as coloca e retira. Ponha sempre a lente na direção da luz com ajuda da ponta do dedo indicador. Note se sua pálpebra apresenta dificuldade para piscar: se a posição da lente estiver incorreta, a pálpebra sentirá um incômodo. Solte a lente devagar e feche os olhos para um bom posicionamento das lentes.

 

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Quando a plástica ocular é indicada?

Quando a plástica ocular é indicada?

A plástica ocular é a subespecialidade da oftalmologia responsável por tratar  a região periocular. O especialista nesta área trata dos problemas das pálpebras, dos cílios, das sobrancelhas, do canal lacrimal e da órbita. Esse trabalho incluiu também tratamentos para um aprimoramento estético da região para corrigir imperfeições.

Tipos de cirurgia plástica ocular

A plástica ocular é dividida entre as cirurgias reconstrutiva ou reparadora, cirurgias palpebrais, cirurgia da superfície ocular, cirurgia das vias lacrimais e cirurgia orbitárias.

Plástica ocular restauradora

A cirurgia reparadora é realizada após acidentes, traumas e queimaduras que podem interferir na função das pálpebras, da superfície ocular e dos canais lacrimais. Quando as pálpebras apresentam tumores o cirurgião especialista em plástica ocular irá retirar o tumor e reconstruir as pálpebras para manter a sua função e a sua aparência.

Cirurgias Palpebrais

As pálpebras tem a importante função de proteger os olhos e promover a sua lubrificação. Existem vários problemas que podem afetar a posição das pálpebras e trazer problemas para a visão e para o conforto. Dentre esse problemas estão a ptose (queda da pálpebra), o entrópio (inversão da pálpebra), o ectrópio (eversão da pálpebra) e problemas com os cílios. O cirurgião plástico ocular corrige esses problemas através de cirurgias planejadas.

Cirurgias palpebrais estéticas

Quando as pálpebras apresentam excessos de pele e de gordura a blefaroplastia pode ser realizada para melhora da aparência. O oftalmologista especializado em plástica ocular é o profissional mais recomendado para realizar esse procedimento devido à elevada experiência e grande conhecimento da anatomia dessa região.

Cirurgias na superfície ocular

A superfície ocular é recoberta por uma mucosa chamada conjuntiva. A conjuntiva pode apresentar tumores malignos que precisam de remoção cirúrgica para evitar a perda do globo ocular. O pterígio também aparece na conjuntiva em pessoas que ficam muito expostas ao sol. O pterígio pode trazer muitos sintomas e até atrapalhar a visão. O cirurgião em plástica ocular utiliza técnicas refinadas para sua remoção.

Cirurgias dos canais lacrimais

Quando há algum tipo de obstrução das vias lacrimais, as lágrimas não tem como serem drenadas e a pessoa apresenta lacrimejamento muito frequente ou constante. Esse sintoma além de desagradável e atrapalhar a vida social também prejudica a visão. Após avaliação e exames sobre o canal lacrimal o especialista em plástica ocular é capaz de definir o local da obstrução e indicar o melhor tratamento cirúrgico.

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Pterígio: diagnóstico e tratamento

Pterígio: diagnóstico e tratamento

O que é o pterígio?

O pterígio é uma degeneração da conjuntiva (a mucosa que recobre a parte branca do olho) e pode crescer lentamente ao longo da vida. Pode se apresentar de tamanho pequeno, mas quando cresce muito pode até mesmo distorcer o formato da córnea causando diminuição da visão. Em casos avançados o pterígio pode ocluir o eixo visual interferindo muito na visão.

Quais os fatores de risco ?

Ocorre, geralmente, em pessoas que passam muito tempo ao ar livre, expostas ao vento e ao sol (exposição prolongada à luz ultravioleta – luz do sol sem óculos de sol). Pode afetar um ou ambos os olhos. Acomete pessoas em todas as idades e seu início é mais comum entre os 20 e os 40 anos.

Como previnir o pterígio?

Os óculos de sol com lentes originais protegem os olhos contra os raios ultravioleta que causam o pterígio e provocam o seu crescimento. Procure evitar um ambiente com muita luz natural por um tempo prolongado, caso você não tenha óculos escuros. Nunca opte por óculos que não tenham lentes de proteção ultravioletas. As lentes sem proteção irão, inclusive, acelerar o processo de manifestação desta e de outras doenças dos olhos.

Quais são os sintomas causados pelo pterígio?

O pterígio não é, normalmente, um problema grave. Pode, no entanto, provocar sintomas bastante desagradáveis. Em determinadas circunstâncias o pterígio pode não apresentar sintomas. Os sintomas mais comuns são sensação de areia no olho, coceira, sensação de ardor e visão turva. A vermelhidão pode ser um sinal frequente trazendo desconforto estético. A visão também pode estar alterada quando cresce sobre a córnea e causa um tipo de grau chamado astigmatismo irregular.

Como tratar o pterígio?

O pterígio que está sem sintomas deve ser acompanhado pelo oftalmologista a cada seis meses para avaliar se há crescimento. Colírios lubrificantes podem ajudar a diminuir os sintomas. Quando o pterígio causa piora da visão, sintomas constantes ou quando  há a vermelhidão o tratamento cirúrgico pode ser realizado.

Como é feita a cirurgia?

A cirurgia é realizada sob anestesia local  (com gel anestésico sem a necessidade de uso de agulhas) e dura entre 15 a 30 minutos. Durante a realiza-se o transplante conjuntival (pequeno fragmento de conjuntiva do próprio olho) que diminui muito o risco do pterígio retornar. A remoção da conjuntiva para o transplante não implica em nenhum risco.

Porque usar a cola biológica?

A técnica mais moderna é utilizar a cola biológica para a realização do transplante conjuntival. Com a cola biológica não há a necessidade de se  utilizar fios de sutura (pontos) que aumentam a inflamação e o desconforto no pós-operatório. com o uso da cola biológica a recuperação é mais rápida ao paciente e os resultados são melhores. Os últimos estudos têm demonstrado que com uso da cola o risco do pterígio voltar é menor.

Como é o pós operatório?

O tempo de recuperação e repouso é curto e o retorno ao trabalho ou atividades normais pode ser feito após alguns dias após a  cirurgia, principalmente quando a cola biológica é utilizada.

 

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5 sinais de que você deve buscar um oftalmologista

5 sinais de que você deve buscar um oftalmologista

Consultar um oftalmologista periodicamente é uma necessidade de todos e não apenas de quem usa óculos ou lentes de contato. Ainda assim, no período entre essas visitas preventivas, alguns sinais podem indicar que está na hora de marcar uma consulta com certa urgência.

Mesmo que os sintomas sejam aparentemente inofensivos deixar de investigá-los pode acabar causando complicações no futuro.

Sinais de que é preciso fazer uma consulta oftalmológica

1. Vermelhidão e lacrimejamento

Irritação ocular pode ser comum, mas pode ter muitas causas. O incômodo pode ser resultado de uma alergia que vem acompanhada de coceira e de inchaço das pálpebras. O hábito de ficar em frente à tela do computador por muito tempo causa ressecamento. Se vier acompanhada de secreção pode significar até mesmo o início de uma conjuntivite, que necessita de tratamento.

2. Alteração na visão

Se você notar que já não consegue mais enxergar como antes, que está tendo dificuldades para ver longe ou muito perto, ou até mesmo identificar cores é hora de ir ao consultório. Isso também inclui alterações na nitidez e clarões, que surgem como flashes de luz aleatórios.

3. Alteração na pálpebra

Qualquer problema com as pálpebras também é assunto do oftalmologista. Se elas parecerem inchadas, por vezes até doloridas, pode ser indício de uma inflamação das glândulas em seu interior. Qualquer pequeno tumor que aparece nas pálpebras precisa ser examinado. A avaliação diminui o risco de complicações futuras.

4. Dor de cabeça

Dores de cabeça podem ser causadas por diversas razões e problemas visuais são uma das causas. Quando a dor surge principalmente ao final do dia ou depois de uma leitura extensa, é provável que os olhos tenham a ver com o problema.

5. Sensação de olho seco

Os sintomas de olho seco são sensação de areia, ardor, vermelhidão e visão embaçada. As causas para o olho seco variam desde hábitos como uso de computador, problemas palpebrais e até doenças sistêmicas (artrite reumatóide por exemplo).

Acima, listamos apenas 5 sinais mais recorrentes que indicam a necessidade de buscar um oftalmologista – eles estão longe de serem os únicos! Se você estiver em dúvida sobre qualquer sensação nos olhos ou pálpebras conversar com o oftalmologista é importante.

Lembre-se ainda que conforme a idade avança a necessidade de fazer esse acompanhamento cresce. Portanto, previna-se e não adie as consultas de rotina. Essa é a melhor forma de manter a saúde dos olhos em dia e tirar todas as dúvidas o quanto antes.

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Lacrimejamento: o que é e como tratar?

Lacrimejamento: o que é e como tratar?

O lacrimejamento ou epífora é um sinal dos olhos que pode ser muito desconfortável e pode ter causas diversas. Quando alguém está lacrimejando associamos à emoção, mas quando ocorre de forma frequente pode atrapalhar o convívio com as pessoas, a execução do trabalho ou atividades do dia a dia.

Causas do lacrimejamento

A lágrima é produzida de forma constante para lubrificar, proteger a superfície do olho e permitir boa visão.

O lacrimejamento pode ter causas variadas e ocorrer durante conjuntivites, alergias e irritação por agentes externos como fumaça e produtos químicos.

Quando o lacrimejamento é crônico ele pode ter causas mais especificas, como:

  • Olho seco evaporativo: pessoas com inflamações palpebrais podem apresentar uma evaporação muito rápida da película que a lágrima forma sobre o olho. Essa evaporação estimula um reflexo de produzir muita lágrima que acaba causando o lacrimejamento.
  • Flacidez palpebral: as pálpebras funcionam como uma bomba que empurram, ao piscar, a lágrima em direção ao canal lacrimal para drenar a mesma até a região interna do nariz. Se as pálpebras estiverem flácidas esse mecanismo não irá funcionar e a lágrima ficará retida nos olhos.
  • Obstrução do canal lacrimal: o canal lacrimal é o responsável por drenar a lagrima do olho até a parte interna do nariz de maneira constante e imperceptível. Se esse canal estiver obstruído a lagrima ficará retida no olho.

Tratamento do lacrimejamento

O tratamento irá depender da causa.

Em casos de olhos seco evaporativo o lacrimejamento melhora ao se tratar a inflamação das pálpebras associado ao uso de colirios lubrificantes.

Se a causa é a flacidez palpebral o tratamento será uma cirurgia palpebral para restaurar a função das pálpebras. Isso irá permitir que a lágrima possa ser drenada de forma correta para o canal lacrimal.

Quando há uma obstrução do canal lacrimal o único tratamento é a cirurgia. Atualmente temos a possibilidade de realizar essa cirurgia através do nariz utilizando câmeras. Com essa técnica (dacriocistorinostomia endonasal) evitamos cortes sobre a pele e possibilitamos um pós operatório muito mais confortável.

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Blefaroplastia: quando fazer?

Blefaroplastia: quando fazer?

Talvez você já tenha se olhado no espelho e se perguntado se seria um candidato para a cirurgia de blefaroplastia. Veja abaixo quando a blefaroplastia está indicada.

Existe uma idade adequada para realizar a blefaroplastia?

Não existe a idade certa para realizar o procedimento. É claro que a cirurgia se torna mais comum a partir dos 40 anos quando os sinais da idade começam a aparecer, mas há pessoas mais jovens que podem apresentar excesso de pele e bolsas palpebrais e que podem ser submetidas a blefaroplastia com um ótimo resultado. Não há idade limite para a cirurgia, desde que a pessoa tenha a saúde em geral sob controle.

Quem pode fazer a blefaroplastia?

A cirurgia pode ser realizada em qualquer pessoa que apresente excesso de pele e/ou bolsas palpebrais e que queira melhorar a aparência da região dos olhos. É muito importante que a saúde seja boa e que condições como hipertensão, diabetes, entre outros, estejam sob controle. O cirurgião irá solicitar os exames e o risco cirúrgico e assim a cirurgia será realizada sem riscos importantes.

O que deve ser avaliado de acordo com cada idade?

A cirurgia deve ser planejada de acordo com cada faixa etária. Nos mais jovens o cirurgião evita remover muita pele buscando um aspecto natural. Nos pacientes com mais de 60 anos a flacidez dos tecidos deve ser corrigida para evitar um resultado com um mal posicionamento das pálpebras. A partir desta idade a queda palpebral (ptose) pode ocorrer por flacidez do músculo  da pálpebra.  A correção da ptose deve ser realizada em conjunto com a blefaroplastia para um ótimo resultado.

Quer saber mais sobre a blefaroplastia? Continue acompanhando os nossos posts e marque sua consulta!

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Blefaroplastia: o que é?

Blefaroplastia: o que é?

O que é a blefaroplastia?

blefaroplastia é um procedimento cirúrgico realizado sobre as pálpebras superiores e/ou inferiores. Ela tem o objetivo de melhorar a estética da região em torno dos olhos. Seu planejamento deve ser feito pensando nas diferenças entre as pessoas. Vários fatores como idade, tipo de pele e variações anatômicas devem ser levados em consideração visando a harmonização com a face e o rejuvenescimento.

Qual é a função das pálpebras?

As pálpebras têm a importante função de proteger os olhos e promover adequada lubrificação. A cirurgia de blefaroplastia deve ser cuidadosamente planejada e executada para que a integridade da superfície ocular seja mantida. Quando a função palpebral é alterada o fechamento das pálpebras durante o sono, o piscar e a lubrificação serão prejudicados levando a um quadro de ressecamento da superfície ocular. Isso pode causar sintomas crônicos e  uma diminuição da qualidade da visão. O oftalmologista especializado em cirurgia plástica ocular fará um exame antes da cirurgia para diminuir os riscos e terá todo o cuidado no planejamento da blefaroplastia. Assim o objetivo de melhora da aparência será alcançado sem prejudicar a visão.

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