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Conjuntivite: por que ocorre e quais os sintomas

Conjuntivite: por que ocorre e quais os sintomas

Conjuntivite é a inflamação da mucosa que protege a parte branca do olho, chamada de conjuntiva. Geralmente, provoca bastante desconforto, ardência e aquela sensação de areia nos olhos.

Apesar de não haver dados oficiais quanto ao número de casos por ano, sabe que esse é um problema muito comum em crianças, principalmente na fase escolar. Isso porque na escolinha, o contato direto com outras crianças e a baixa imunidade dos pequenos, facilita a transmissão.

Os surtos de conjuntivite também são mais frequentes no calor. A baixa umidade, o suor e as altas temperaturas do verão formam condições favoráveis para o aparecimento da doença. A água da piscina e do mar, por exemplo, podem transmiti-la, caso estejam contaminadas.

Se tratada adequadamente, não costuma ter consequências graves ao paciente. Entretanto, se não for procurado ajuda logo que os sintomas aparecem, há risco da doença se espalhar para as pessoas próximas, e assim, pode surgir uma epidemia.

Sintomas da conjuntivite

Quando a doença ocorre, os olhos ficam inchados e avermelhados, tornando a identificação mais fácil. Os sintomas permanecem por cerca de uma a duas semanas. O atendimento médico é essencial para alívio e controle.

Esses sintomas mencionados, ainda podem vir acompanhado de:

  • Olhos lacrimejantes;
  • Secreção,
  • Coceira;
  • Sensibilidade à claridade, fotofobia;
  • Febre e mal estar,
  • Vista embaçada.

Por que a conjuntivite ocorre

As causas da doença incluem, em geral:

  • vírus;
  • bacterianas;
  • alergias;
  • lesões químicas;
  • objetos estranhos no olho;
  • uso de lentes de contato por período prolongado;
  • canal lacrimal bloqueado, quando ocorre em bebês.

Essa inflamação é classificada em 3 tipos distintos, que variam conforme a sua origem. Dessa forma, a causa do problema é o que irá definir o tipo de conjuntivite e o tratamento mais indicado. Assim, a divisão dos tipos é estabelecida da seguinte maneira: conjuntivite infecciosa, conjuntivite alérgica ou a tóxica.

Infecciosa

As do tipo infecciosas se subdividem em 3 subgrupos, que variam de acordo com o agente causador. São eles: vírus, bactérias e fungos. A transmissão desses casos se dá pelo contato direto com alguém contaminado. Por isso, ocorrem quando a pessoa permanece por muito tempo no mesmo lugar que alguém infectado ou por encostar em superfície contaminada.

A viral é a mais frequente entre elas. O adenovírus é o agente causador, facilmente propagado pela secreção, tosse e espirros.  É por essa razão que o portador deve ficar em casa até o tratamento fazer efeito. Da mesma forma, a bacteriana também pode ser disseminada pela secreção do doente, porém, representa um quadro mais agressivo que a viral, com manifestação de secreção amarelada com presença de pus. A conjuntivite por fungos é a mais rara.

Alérgica

A conjuntivite alérgica ocorre devido à uma resposta exagerada do organismo à algum agente causador de irritação, chamado de alérgeno. Via de regra, nesses casos, os alérgenos são os ácaros e pólen. Essa categoria não é contagiosa e verifica-se apenas em pessoas com quadros de alergia.

Tóxica

A do tipo tóxica deriva do contato direto dos olhos com substâncias químicas, encontradas em xampus, produtos de limpeza, inseticidas, etc.

Embora essa categoria de conjuntivite seja considerada a mais atípica, também configura o tipo mais grave, pois, uma vez que não tratada adequadamente, pode trazer riscos para a visão do paciente.

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Alongamento de cílios: quais os riscos para a saúde dos olhos

Alongamento de cílios: quais os riscos para a saúde dos olhos

O alongamento de cílios é um procedimento que está enchendo a agenda das profissionais de estética. Afinal, quem não ama os cílios longos e volumosos? Isso enaltece o olhar, traz aspecto de jovialidade e aumenta a autoestima, principalmente das mulheres.

Vale lembrar que a função dos cílios não se restringe apenas a ter um olhar mais sedutor. Esses pelos localizados na borda externa da pálpebra exercem função significativa de proteção do globo ocular. Enquanto servem de barreira física para bloquear a passagem de microorganismos e partículas estranhas, também atuam como sensores, induzindo o fechamento das pálpebras diante da aproximação de algum corpo estranho.

Dessa forma, os procedimentos de beleza que envolvem alongamento de cílios representam papel puramente estético, uma vez que a função de proteção já é exercida pelos cílios naturais.

No entanto, apesar de ter um efeito  interessante, esse procedimento pode resultar em consequências perigosas aos olhos e suas estruturas.

A seguir, vamos explicar como é realizado o procedimento e porque pode ser tão perigoso.

Técnicas de alongamento de cílios

Hoje, fala-se principalmente de duas maneiras de aumentar o volume dos cílios sem a necessidade de usar maquiagem. A primeira é a fixação de fios sintéticos sobre os fios naturais. A segunda é o uso de substância que estimulam o crescimento dos cílios.

Para fazer alongamento com fios sintéticos, existem técnicas variadas conforme o volume e tamanho desejado. De forma geral, os fios são colados um a um sobre o fio natural, utilizando um produto específico para a fixação. O efeito pode durar até 2 meses e exige manutenção caso a pessoa queira conservar o visual.

Já o alongamento feito por substâncias estimulantes, promove um crescimento aumentado dos fios naturais por meio do uso contínuo de produtos como colírios para glaucoma. Esses colírios têm como efeito colateral, o aumento dos pelos da região. Assim, são passados na base das pálpebras para serem absorvidos pelo organismo e provocarem o aumento do volume dos pelos na região.

Quais são os riscos do alongamento de cílios?

Ainda que atraentes, os procedimentos podem colocar a saúde ocular em risco. Entenda melhor.

No alongamento feito com colagem, a falta de higienização dos materiais pode causar irritação, inflamação na córnea e até na esclera, o branco do olho. O uso inadequado da substância adesiva pode provocar alergias, inflamação na base dos cílios, lesão na córnea e ceratites, caso caia dentro do olho.

Ainda, pode haver a queda dos fios naturais devido à pressão dos fios sintéticos. A quebra do pelo é outra consequência decorrente dos removedores utilizados para a remoção do fio artificial, que são passíveis de agredir o pelo natural.

Em relação ao alongamento feito com as substâncias presentes no colírio do glaucoma, os efeitos colaterais podem ser olheiras, mudança na pigmentação da íris, hiperpigmentação da pele da pálpebra inferior e malformação do feto e abortos, em caso de mulheres grávidas utilizarem.

Cuidados ao realizar o procedimento

Se mesmo sabendo dos riscos você ainda optar pelo alongamento de cílios, prefira a opção realizada com fios sintéticos. Cuide de escolher o profissional adequado e atente-se para a higienização do local. Caso sinta coceira, vermelhidão, ardência ou dor nos olhos após o procedimento, procure seu oftalmologista imediatamente.

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Cavidade anoftálmica: como é o pós-operatório da cirurgia de reparação

Cavidade anoftálmica: como é o pós-operatório da cirurgia de reparação

A cavidade anoftálmica é o espaço vazio deixado pela retirada do globo ocular. Isso pode acontecer por diversos motivos. O primeiro deles é congênito, que é quando a pessoa nasce com malformação no globo. Um exemplo é a anoftalmia, condição em que não houve qualquer tipo de amadurecimento do bulbo ocular. Igualmente, podemos citar a microftalmia, doença em que o globo ocular não se desenvolve totalmente, ficando menor que o normal.

Da mesma forma, a falta do globo ocular pode decorrer  de fatores adquiridos. Nesses casos incluem-se traumas craniofaciais; atrofia resultante de múltiplas processos cirúrgicos e doenças que afetam os olhos como infecções muito graves e tumores.

A retirada do globo ocular  é realizada levando em consideração a origem do problema, ou seja, o fato que deu razão à remoção. Os procedimentos utilizados são conhecidos como evisceração e enucleação. Entenda melhor.

Procedimentos para retirada do globo ocular

Evisceração

Essa técnica é utilizada quando a intenção é extrair apenas o conteúdo interno do globo ocular, preservando as outras estruturas do olho, como pálpebras, glândula lacrimal, e o próprio globo ocular. Uma incisão é feita na córnea e o interior é removido por meio da curetagem.

Enucleação

Esse procedimento é mais invasivo que o citado anteriormente. Consiste em retirar todo o globo ocular e manter apenas a pálpebra, a gordura extra-ocular e a musculatura. Geralmente, é o último recurso para tratar problemas como infecções e traumas graves. Entretanto, às vezes é a única opção para devolver a qualidade de vida do paciente. Já em casos de câncer intraoculares é uma abordagem bastante utilizada.

Reparação da cavidade anoftálmica

A falta do globo ocular, então, resulta na cavidade anoftálmica. Desse modo, a reparação é realizada por próteses implantadas durante os procedimentos citados anteriormente..

Na evisceração, a reparação é feita pela colocação de uma prótese esférica dentro do globo ocular curetado. Assim, é possível manter o volume ocular.

Durante a enucleação, também é implantada uma prótese esférica para simular o volume do olho. Todavia, às vezes ela é envolta a uma esclera doadora e ligada à musculatura que dava sustentação aos movimentos dos olhos.

Pós-operatório

A aparência após a reparação dos dois procedimento é bastante similar, pois há preservação das estruturas adjacentes.

A completa cicatrização das técnicas reparadoras ocorrem mais ou menos entre 5 a 6 semanas, após a cirurgia. É nesse período que começa a adaptação da prótese ocular que simula o aspecto do olho.

Essa prótese é adaptada na cavidade anoftálmica para reconstituir a função estética do olho retirado. A cor e tamanho são replicados de forma a conseguir maior simetria possível com o olho não operado.

Nesse período, os pacientes são instruídos quanto ao uso, retirada e colocação da prótese, bem como cuidados de manutenção e higiene.

Os principais cuidados pós-operatórios após a reparação da cavidade anoftálmica incluem a limpeza das próteses externas, que devem ser realizadas em água corrente e  sabão, conforme indicação do médico e medicação contendo antibiótico por período variado, a depender da situação do paciente.

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5 erros graves cometidos por quem usa lentes de contato

5 erros graves cometidos por quem usa lentes de contato

As lentes de contato são uma excelente opção para quem não se adapta muito bem aos óculos ou querem variar o visual. Também são utilizadas como abordagem terapêutica após a realização de algumas cirurgias oculares ou para tratar determinadas doenças que afetam os olhos.

No Brasil, estima-se que cerca de 2  milhões de pessoas façam uso das lentes de contato reutilizáveis ou descartáveis, por algum motivo. Entretanto, apesar das facilidades que esse produto oferece aos portadores de ametropias e outros problemas oftalmológicos, também pode representar um risco para a saúde ocular.

Isso acontece devido às características frágeis que os olhos possuem, uma vez que é um órgão exposto com baixa proteção. Ao entrar em contato direto com a membrana superficial da córnea, as lentes de contato são capazes de transportar diversos agentes infecciosos para dentro do olho.

O resultado disso pode ser infecções e inflamações diversas, cegueira momentânea e até mesmo prejuízos perenes na visão. Entretanto, o risco oferecido pelas lentes de contato só se tornam um problema real porque os usuários não seguem as recomendações dos especialistas e dos fabricantes de forma apropriada.

Entenda quais são os piores erros cometidos por quem usa lentes de contato.

Principais descuidos ao utilizar as lentes de contato

Uso prolongado

A maioria das lentes não são fabricadas para serem utilizadas por longos períodos de tempo. As lentes com baixo grau de oxigenação, por exemplo, indicam que a córnea não está recebendo oxigênio satisfatoriamente. Isso pode resultar em morte precoce de algumas células superficiais do local, facilitando a ação de agentes infecciosos.

Não tirar as lentes de contato para dormir

A lente é uma barreira para a entrada de oxigênio na córnea. Quando a pessoa dorme, esse processo fica ainda mais difícil, oportunizando o desenvolvimento de lesões e úlceras de córnea.

Não higienizá-las corretamente

Bactérias e fungos se proliferam com facilidade em lentes de contato. Isso ocorre porque as pessoas acham que limpar apenas com soro fisiológico ou água é suficiente. Não é. A água pode ajudar a contaminar a lente, uma vez que pode estar infectada com bactérias e substâncias causadoras de irritação. Já o soro fisiológico, não tem função antibactericida. Existem produtos no mercado especializados para desinfectar as lentes e isso precisa ser realizado sempre antes e após o uso.

Não esterilizar e trocar os estojos de armazenamento

Os estojos de armazenamento das lentes podem armazenar bactérias e fungos se não forem esterilizados com a constância correta. Pelo menos uma vez ao mês, deve-se fervê-lo em água por 30 minutos. A troca, deve ser realizada a cada  meses.

Não lavar as mãos ao manuseá-las

Nossas mãos são grandes vetores de doenças quando não fazemos a higienização nos momentos corretos. Ao entrarmos em contato com qualquer superfície contaminada, podemos facilmente sermos infectados por diversos tipos de doenças.

No caso das lentes de contato, a higienização com água e sabão deve ser realizada sempre antes do manuseio. Além disso, o uso de toalhas felpudas para enxugá-las após a limpeza tem um porém. Essas toalhas soltam fibras de tecido que podem grudar na lente ao serem aplicadas e irritar a córnea

O que fazer se houver sinais de infecção?

Se o olho ficar vermelho de uma hora para outra e acompanhar sintomas como coceira, inchaço, secreção, dor, sensibilidade à luz, entre outros, a primeira coisa a se fazer é retirar a lente de contato. Esses sinais não devem ser encarados como passageiros. Agende consulta com seu oftalmologista o mais rápido possível, pois poderá significar alguma infecção.

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Os riscos da falta de higiene com as lentes de contato

Os riscos da falta de higiene com as lentes de contato

Você sabia que lentes de contato mal higienizadas podem causar infecções e danos irreversíveis aos olhos? Existem bactérias e fungos que adoram utilizar esses produtos como meio de proliferação. O olho, como sabemos, além de ser um dos órgãos essenciais, por ser responsável pela nossa visão, é também muito sensível.

Devido à fragilidade dos olhos, é preciso que haja atenção especial nos cuidados de limpeza e manuseio dos materiais que mantém contato próximo a eles. Isso porque até a água pode ser meio de contaminação, dependendo do tipo de bactéria presente nela.

Felizmente, quando tratados a tempo, a maioria dos casos de infecções e inflamações decorrentes do mau uso das lentes podem ser recuperados. Entretanto, se houver danos mais graves à córnea, a visão poderá ficar prejudicada para sempre.

Os riscos da limpeza incorreta das lentes de contato

As pessoas que utilizam lentes de contato oculares reutilizáveis são constantemente aconselhadas quanto à limpeza e manipulação desses produtos.  E não é para menos! Aquilo é um corpo estranho que entra em contato direto com os olhos, sem proteção.

Tanto as nossas mãos, quanto o estojo de armazenamento podem conter agentes infecciosos que se proliferam onde quer que entrem em contato. O grande risco da limpeza inadequada das lentes, então, é exatamente o festival de infecções que podem afetar os olhos. Isso acontece devido à quantidade de substâncias e agentes, advindos de diversos lugares, que vão se acumulando na lente mal higienizada.

A consequência desse descaso com a limpeza pode ser uma simples irritação ou até mesmo a cegueira. Conheça os principais problemas causados pelas lentes sujas.

Problemas causados pelas lentes de contato infectadas

Irritações

Os resíduos que vão se juntando na lente quando ela não é limpa conforme as orientações do fabricante, passam para o olho assim que eles entram em contato. Como os olhos são frágeis, é comum ficarem vermelhos, lacrimejando e transmitindo a sensação de que há areia ao piscar.

Úlcera de córnea

As úlceras de córnea são provocadas por alguns agentes infecciosos que se depositam nas lentes e acabam infectando os olhos, quando há o contato. Causam uma dor muito forte, sensação de corpo estranho, vermelhidão e alta sensibilidade à luz. As complicações desses casos podem resultar em perfuração da córnea ou cicatriz fibrosa que compromete a visão.

Conjuntivite

As conjuntivites bacterianas são transmitidas por meio do contato com objetos contaminados. No caso das lentes de contato, as bactérias podem se alojar ali até serem conduzidas aos olhos. Causam dor, vermelhidão, secreção e alto risco de infectar outras pessoas.

Ceratite

Ceratite é a inflamação que ocorre na camada superficial da córnea. Uma das razões mais comuns para o aparecimento desse problema é a má higienização das lentes de contato. Quando o tratamento não é realizado de forma apropriada, pode provocar cegueira momentânea.

Como higienizar as lentes de contato corretamente

As lentes de contato precisam ser higienizadas antes e depois da utilização. Sempre que for manuseá-las lave as mãos com água e sabão. Após retirá-las do estojo, utilize o produto recomendado pelo seu oftalmologista ou pelo fabricante das lentes para limpá-la. Ao pingar o produto, pressione-a levemente com as pontas dos dedos para tirar qualquer resíduo da superfície. Ao guardá-las no estojo, certifique-se que ele se encontra limpo e troque a solução de armazenamento a cada no uso.

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Retinopatia diabética: conheça as causas e sintomas

Retinopatia diabética: conheça as causas e sintomas

A retinopatia diabética é atualmente umas das principais causas de cegueira evitável em pessoas com 20 a 70 anos de idade.

Essa doença se caracteriza pelo comprometimento microvascular da retina, uma estrutura presente nos olhos. A retina é a responsável por transmitir ao cérebro, os impulsos luminosos que processam as imagens.

É uma condição que pode predispor o paciente a outros problemas de saúde, além da cegueira. Por isso, deve ser identificada o mais cedo possível. Acredita-se que a retinopatia diabética aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e a síndrome coronariana.

Quer entender mais sobre a doença? Neste artigo vou explicar do que se trata esse problema, quais suas causas e sintomas. Acompanhe.

Conheça os tipos de retinopatia diabética

Retinopatia diabética não proliferativa

Representa a forma mais comum do problema, compreendendo cerca de 90% dos casos diagnosticados. É a fase inicial e, portanto menos grave. O tipo não proliferativo é identificado quando os vasos da retina começam a se tornar mais frágeis, causando pequenos sangramentos e vazamento de líquido no fundo do olho.

O que ocorre é que microaneurismas se formam nos vasos provocando distenção e pequenas saliências. As hemorragias resultantes do processo fazem a área afetada inchar, ocasionando danos no campo de visão.

Essa modalidade pode se manifestar como grau leve, moderado ou grave. Dependendo do grau, o paciente demonstra mais ou menos efeitos negativos na visão.

Retinopatia diabética proliferativa

Esse tipo é mais agressivo e pode ser considerado uma evolução do quadro anterior. O risco de cegueira nesse estágio já é bem alto. Isso é devido ao aparecimento de neovasos na superfície da retina.

Com a formação dos aneurismas e avanço dos pequenos sangramentos, os vasos afetados deixam de exercer a sua finalidade porque o fluxo sanguíneo adequado fica prejudicado.  Sendo assim, novos vasos começam a se formar na região. Todavia, essas estruturas são muito vulneráveis e podem se romper a qualquer momento. A consequência disso é uma hemorragia com perda de visão severa, ou descolamento de retina, glaucoma, entre outras complicações.

Causas da retinopatia diabética

O nome retinopatia diabética remete à Diabetes pois esse tipo da doença só se manifesta em pessoas com hiperglicemia crônica. Portanto, quem não é diabético não desenvolve o problema.

A falta de controle das taxas de glicose no sangue é a grande responsável pelo surgimento da doença. O excesso de açúcar no sangue agride os vasos oculares, que ficam expostos a isso por tempo prolongado, estimulando o acúmulo de fluidos e promovendo o inchaço.

Sintomas

O acúmulo de fluido nos vasos sanguíneos oculares pode ocasionar distorção, visão borrada e, nos casos mais graves, cegueira.

Nem sempre os primeiros sinais são notórios. É por isso que quem sofre com a Diabetes precisa fazer acompanhamento regular com o oftalmologista. Assim, qualquer alteração é previamente diagnosticada e tratada, antes de evoluir para um quadro mais grave.

Quando há sintomas iniciais na retinopatia diabética, são percebidos como moscas volantes, áreas escuras no campo de visão, borrões e problemas para distinguir cores.

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Miopia: quando a cirurgia para correção é indicada

Miopia: quando a cirurgia para correção é indicada

A miopia é uma das várias ametropias que podem afetar as pessoas. Esse defeito da visão faz com que o indivíduo enxergue o que está distante de forma embaçada e o que está perto com mais nitidez.

Isso acontece porque o globo ocular do portador é mais longo que o normal. Dessa forma, a imagem se forma antes de chegar na retina, comprometendo a capacidade de focalizar objetos à distância.

Vou explicar melhor. O olho, com todas as suas estruturas, capta a luz dos objetos para que as imagens sejam formadas. Para enxergar com nitidez, a imagem precisa ser formada na retina, além de outros fatores.

Quando o olho da pessoa é muito longo ou muito curto, os raios de luz emitidos não são refratados corretamente, formando as imagens antes (miopia) ou depois (hipermetropia).  Por isso, ambos os casos também são conhecidos como erro de refração.

Ainda não se sabe o que é decisivo para o surgimento da miopia. Os fatores de risco que são considerados como maior influência são a carga genética, o estresse e esforço visual excessivo.

Entre as opções de tratamento, a cirurgia refrativa é uma das mais procuradas por quem sofre do problema. Entretanto, ela não é indicada para qualquer pessoa. Neste artigo, vou explicar mais sobre esse assunto. Acompanhe.

Cirurgia como tratamento da miopia

Existem duas técnicas cirúrgicas para tratar a miopia, a PKE e a LASIK. Ambas utilizam o laser como instrumento principal.

A PKR é mais agressiva, provocando maior modificação na córnea e maior tempo de recuperação no pós-operatório. Geralmente, é a opção mais adequada para quem sofre afinamento severo ou não tem a curvatura corneana propícia. Primeiro, retira-se a camada superficial da córnea. Quando ela se encontra exposta, o laser age corrigindo o problema.

A LASIK é a recomendação para todos os outros casos. Com um equipamento especial, abre-se uma pequena aba na superfície da córnea, como se fosse uma “tampa”. Assim, o laser utiliza essa parte descoberta para atuar diretamente nessa estrutura.

Quem faz a cirurgia pode ficar livre dos óculos e lentes de contato para sempre. Para isso, é recomendado realizá-la apenas com especialistas. Isso garante que a indicação seja feita adequadamente e certifica a segurança do procedimento.

Quais são as indicações

A cirurgia refrativa para quem tem miopia é indicada para aquelas pessoas que se cansaram do uso de óculos de grau e lentes de contato corretivas e preferem se submeter ao procedimento.

A indicação ideal é para os pacientes com mais de 18 anos e que possuem entre  -1.00 e -8.00 de miopia. Também é necessário que o grau esteja estabilizado há mais de um ano ou conforme orientação do especialista. Essa regra serve para evitar que após a cirurgia, a miopia volte a incomodar, já que a córnea não foi corrigida o suficiente.

As condições em que há doenças corneanas, como ceratocone e olho seco, devem ser avaliadas previamente pelo oftalmologista. Pode ser que essas pessoas não sejam elegíveis à cirurgia por causa da doença.

Quem não deve fazer?

Os riscos da cirurgia são baixos para quem é elegível. Geralmente, pode surgir consequências como desconforto, alterações visuais e demora na cicatrização, porém são sequelas transitórias e que não causam grandes prejuízos ao paciente.

Entretanto, algumas pessoas não devem se submeter à cirurgia para o tratamento da miopia. Entre elas, podemos citar as mulheres grávidas ou que estejam amamentando, ou portadoras de doenças crônicas como Diabetes, artrite e lúpus. Qualquer dúvida referente ao procedimento deve ser discutida com seu médico oftalmologista antes da indicação cirúrgica.

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3 tipos de conjuntivite

3 tipos de conjuntivite

A conjuntivite é uma doença caracterizada pela inflamação na conjuntiva, a membrana que cobre a área branca dos olhos. Pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como os vírus e bactérias, assim como alérgenos e materiais químicos, que entram em contato direto com os olhos.

Esse tipo de inflamação tem 3 classificações. Elas se diferem de acordo com aquilo que deu origem à doença. Isso quer dizer que quando é ocasionada por vírus, bactérias e fungos, recebe o nome de infecciosa. Se for decorrente de substâncias químicas, chama-se conjuntivite tóxica e quando a causa são os alérgenos, conjuntivite alérgica.

Assim sendo, produzi esse material para explicar melhor sobre esses tipos de conjuntivite e como tratá-las. Acompanhe o artigo e entenda mais.

Conjuntivite Alérgica

Esse tipo da doença não é contagioso. Ele ocorre apenas quando a pessoa alérgica entra em contato com a causa da alergia, que muitas vezes é representado pelo pólen, giz e ácaros. Nesses casos, a inflamação é uma resposta do próprio organismo para combater o corpo estranho que ele entende como ameaça.

A coceira nos olhos é o principal sintoma e pode ser amenizada com colírios anti-histamínicos, indicados para aliviar as manifestações da alergia. Normalmente, não há graves complicações e a doença é de fácil tratamento. Entretanto, é necessário ir ao especialista para o diagnóstico adequado.

Conjuntivite infecciosa

Essa categoria se divide em outras 4, são elas:

Bacteriana

A conjuntivite bacteriana é um tipo mais agressivo dessa inflamação. É provocada por bactérias que contaminam os olhos, provenientes de diversas fontes de contágio. O simples contato com uma superfície infectada ou com a secreção ocular do portador da doença é passível de transmitir a infecção.

Os principais sintomas são secreção ocular amarelada, com ou sem a presença de pus, com alta possibilidade de afetar os dois olhos de uma só vez.

Da mesma forma que em outras infecções por bactéria, a administração de antibióticos se faz fundamental. Assim, o tratamento é à base colírios antibióticos ou pomadas oftálmicas. O quadro dura em média 2 semanas, a depender da gravidade da inflamação.

Viral

A viral é o tipo mais comum da infecção. Geralmente, é a grande causadora das epidemias de conjuntivite, pois é altamente contagiosa. O vírus é disseminado no ar e pode ser propagado por espirros e tosse da pessoa infectada. Esse quadro pode ser associado à outras infecções virais comuns, como a gripe, o resfriado ou até o sarampo.

Na conjuntivite viral, os sintomas são vermelhidão, inchaço e  secreção aquosa. Também pode se espalhar facilmente para o outro olho. O tratamento é realizado apenas para controlar os sintomas, uma vez que antibióticos não tem efeito contra os vírus. Ela dura um curto período de tempo, algo em torno de uma a duas semanas. Após o pico da doença, os sintomas começam a desaparecer sozinhos.

Conjuntivite gonocócica

A conjuntivite gonocócica é resultado de doenças sexualmente transmissíveis como Clamídia e Gonorreia. Nessa situação, os bebês são contaminados no parto, se a mãe estiver infectada.

Quando há suspeita de infecção por DST, a gestante deve ser acompanhada pelo especialista para ser diagnosticada e tratada antes de dar à luz.

Conjuntivite Fúngica

Essa é muito, muito rara. Ocorre quando a pessoa passa por algum trauma, em que pedaços de madeira contaminada por fungos, atingem os olhos.

Conjuntivite tóxica

A conjuntivite tóxica é decorrente de substâncias químicas que entram em contato direto com os olhos, causando uma irritação na conjuntiva. Dentre as substâncias, é possível citar fumaça, perfumes, materiais de limpeza, queima de óleo diesel, entre outras. É importante procurar o oftalmologista ao menor sinal de irritação, para que não haja complicações para os olhos.

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Conheça os tipos de catarata

Conheça os tipos de catarata

A catarata é a principal causa de casos de cegueira tratáveis em todo o mundo. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é responsável por deixar mais de 20 milhões de pessoas sem enxergar, cerca de 51% do total. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, mais de 450 mil pessoas realizam a cirurgia por ano.

Esses dados comprovam a necessidade de se discutir mais sobre o assunto. Por exemplo, você sabia que existem diversos tipos de catarata? O objetivo deste texto é explicar cada uma das formas da doença e o que fazer, caso se desenvolva alguma delas. Acompanhe, em seguida.

Entendendo mais sobre a catarata

A catarata é uma doença ocular que atinge o cristalino, tornando-o opaco e deixando a visão embaçada, como se houvesse uma névoa diante dos olhos. Com o avanço da doença, os sintomas podem evoluir, até que a pessoa enxergue apenas vultos. Em casos extremos, há perda da visão.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, a cada ano, mais de 550 mil novos casos de catarata são diagnosticados. A maioria deles se desenvolve lentamente e pode levar algum tempo, até que sejam percebidos, visto que os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças.

Outro aspecto importante é que a catarata atinge os olhos de forma diferente, podendo ser muito avançada em um lado, e só anos depois surgir no outro.

6 tipos de catarata

Poucas pessoas sabem, mas existem diversos tipos de catarata. Conheça os mais comuns, descritos a seguir.

Senil

A catarata senil é a manifestação mais comum da doença, atingindo pessoas com mais de 60 anos. Ela é caracterizada pelo envelhecimento do cristalino, que causa opacidade e dificuldade para enxergar.

Traumática

O principal fator de desenvolvimento da doença é algum trauma ocular (ferimentos ou lesões). É muito comum atingir apenas um dos olhos.

Diabética

A diabetes é fator de risco para inúmeras doenças, principalmente as cardiovasculares. No entanto, ela também pode ser responsável pelo surgimento desse tipo de catarata. Ocorre, normalmente, em pessoas mais jovens, até 55 anos, e devido ao quadro geral da saúde do indivíduo, o desenvolvimento dos sintomas pode ser acelerado.

Medicamentosa

O uso indiscriminado e sem prescrição de alguns medicamentos, como o corticoide, por exemplo, pode gerar catarata medicamentosa.

Congênita

Acomete recém-nascidos e crianças. As causas mais comuns são problemas genéticos, malformações, infecções durante a gravidez, abuso de álcool e drogas, bem como doenças transmitidas da mãe para o filho, durante a gravidez. Nos casos mais graves, em que a doença atrapalha o desenvolvimento da visão da criança, a cirurgia para correção deve ser realizada com urgência.

Secundária

Causada principalmente por inflamações nos olhos, como uveíte, glaucoma agudo, distrofia hereditária de fundo de olho e uso abusivo de medicamentos com esteroides.

Ao se perceber a visão embaçada, ou ocorrer dificuldades para enxergar à noite, deve-se consultar o oftalmologista para entender o que está acontecendo e realizar os tratamentos necessários.

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Pálpebra caída: o que fazer?

Pálpebra caída: o que fazer?

Os olhos exercem papel fundamental na aparência. Uma das questões que mais afetam homens e mulheres, neste quesito, é a ptose palpebral, mais conhecida como pálpebra caída. Esse problema é mais comum do que se imagina. Contudo, é possível resolvê-lo com ajuda do oftalmologista.

Este texto fala mais sobre essa doença e mostra como se deve agir nesse diagnóstico. Acompanhe.

O que é ptose palpebral?

Uma pálpebra bem posicionada cobre entre 1 mm e 2 mm da parte superior da córnea. No entanto, quando essa cobertura é maior, o fenômeno é denominado ptose palpebral ou, como conhecido popularmente, pálpebra caída.

Existem alguns tipos de ptose palpebral. As duas mais comuns são a congênita e a involucional, descritas com detalhes em seguida.

Congênita

Ocorre por um tipo de distrofia do músculo que eleva a pálpebra. Pode ser percebida desde o nascimento e, em alguns casos, quando a visão da criança não está sendo desenvolvida, é necessária uma cirurgia corretiva de urgência. Caso a visão da criança se desenvolva, o procedimento pode ser adiado e, então, espera-se até a idade escolar.

Involucional

Este é o tipo mais comum e acontece por uma desinserção do tendão do músculo elevador da pálpebra superior. Pessoas com mais de 60 anos e que usam lentes de contato por muitos anos estão mais suscetíveis a essa forma da doença.

Além disso, pessoas com diabetes, que sofreram AVC, ou possuem tumor cerebral, podem desenvolver flacidez nesse músculo.

Sintomas e diagnóstico da pálpebra caída

Apesar de sempre se relacionar a queda da pálpebra a uma questão estética, é importante considerar que a doença também pode causar redução da visão e, por isso, deve ser tratada.

Os sintomas da ptose palpebral podem variar, de acordo com o tipo de acometimento e com a idade do indivíduo, além de haver casos assintomáticos. Entretanto, os mais relatados são a redução da visão e do campo visual, cansaço por contrair a musculatura e elevação do queixo, para tentar enxergar melhor.

Um teste indicado para identificar se a doença se desenvolveu com o tempo é comparar fotos atuais com antigas (cerca de 10 anos) e verificar a posição da pálpebra.

O diagnóstico é feito pelo oftalmologista, após um questionário sobre o assunto, além da análise do músculo.

Como corrigir a pálpebra caída?

O tratamento indicado para a ptose palpebral também varia conforme o tipo de acometimento e idade do indivíduo. Em casos mais simples, diagnosticados no início, o laser de CO2 e massagens estéticas podem corrigir o problema.

Em casos mais complexos, principalmente que envolvem a diminuição da visão, a cirurgia é a alternativa mais indicada. No procedimento, a pálpebra é levantada, voltando à sua posição original. Nas situações mais graves, quando o músculo é muito fraco, a pálpebra pode ser suspensa à sobrancelha, tornando-se os músculos da testa responsáveis pelo levantamento da pálpebra.

A cirurgia para pálpebra caída é um procedimento simples. No pós-operatório, devem ser seguidas recomendações, como evitar locais com poeira e com exposição a produtos tóxicos, além de tomar a medicação prescrita. A recuperação total ocorre entre duas e três semanas e, logo após esse período, pode-se ter uma vida normal.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho como oftalmologistas em Belo Horizonte!

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